Denúncia de prostituição no Porto da Praça Tiradentes

Adolescentes e jovens se prostituem no local

A prostituição de menores continua, apesar de todo esforço do Conselho Tutelar e demais autoridades em coibir este tipo de crime. Por diversas vezes a equipe de reportagem do jornal O Impacto foi procurada por pessoas preocupadas. O caso é que muitas menores estão vendendo o corpo em troca de alimentos e dinheiro que na maioria das vezes é usado para compra de drogas.

Desta vez a denúncia que chega é que na Praça Tiradentes, em muitas das embarcações que atracam naquele local, independente de ser de grande ou pequeno porte, muitas adolecentes vendem seu corpo em troca do dinheiro e até de alimentos. Usam o prazer que seus corpos oferecem a homens sedentos, como ganho de vida e sustento de suas famílias. O perigo é que em muitos casos, as menores são obrigadas a consumir drogas e viciadas,  usam o dinheiro que foi ganho se prostituindo para alimentar a boca voraz que alimenta o  mundo do crime e do tráfico de entorpecentes.

Moradora do bairro do Santarenzinho, a dona de casa MJB, falou que sua filha menor de idade, por diversas vezes, foi convidada a participar de noitadas regadas a bebidas e que a menor teria falado á sua mãe que alguns homens que participavam da orgia pareciam estar armados.

A denúncia divulgada deve ser apurada de imediato, tanto pelo Conselho Tutelar quanto pelas demais autoridades ligadas ao combate á violência contra Crianças e Adolecentes, do contrário, menores sujeitas a todo tipo de crime e obrigadas a conviver com pessoas que tem o vício de usar drogas, mais e mais podem se afundar no charco criminoso imposto por elementos sem escrúpulos, que usam os barcos não apenas como meio de transporte, mas também para servir de palco para iniciação de menores no mundo do crime, tendo seus corpos como meio de exploração quase gratuita. A denúncia está no ar, resta aos integrantes do Conselho Tutelar, Polícia Civile da justiça,  tomarem as devidas providências para colocar fim neste comércio de carne branca que é feito nos barcos que ancoram no Porto de Santarém.

Por: Carlos Cruz

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