Taxistas e população revoltados com impunidade no trânsito

Peritus do CPC participam da reconstituição da morte do taxista Francion

O crime ocorreu no dia  03 de julho de 2010, na madrugada. Segundo testemunhas, o taxista Fracion Ferreira de Sousa conduzia seu veículo, quando às proximidades da casa noturna Ar Livre Vip,  embarcaram três elementos que bebiam no bar. Ocorre que os elementos estavam envolvidos em uma desavença, onde uma mulher aparece como pivô.

Ao embarcarem no táxi de propriedade de Francion Ferreira, foram seguidos por dois elementos em uma motocicleta. O carona da moto, de prenome André, em um dos tiros disparados atingiu o taxista. Preso, ele nega a confissão, indicando o elemento índio como autor dos disparos, sendo que um deles atingiu de manaira fatal o profissoional do volante.

No final do mês de novembro, uma equipe de peritos do CPC esteve no local, fazendo a reconstituição do crime que comoveu a opinião pública. Participaram da reprodução simulada do crime, delegados de Polícia Civil, policiais militares do Tático (que serviram de figurantes), policiais militares e civis e agentes do trânsito da SMT.

O Promotor de Justiça, Dr. Rodrigo Aquino, foi o solicitante da Reprodução Simulada do Crime que teve como vítima o taxista Francion. Só para lembrar: Repordução simulda, é reproduzir novamente o ato do crime, de modo que a representação seja de forma assemelhada (simulação), com diversos nuances técnicos e jurídicos.

Por: Carlos Cruz

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