Baixa estima e medo contribuem para a impunidade na violência doméstica

Maria da Graça, assistente social, CEAV

A violência doméstica, principalmente contra a mulher, não escolhe classe social, nem faixa etária. Mulheres de classe média, integrantes de casais jovens ou maduros, todos estão sujeitos a sofrer os mesmos danos,  agressões físicas cada vez mais brutais. Maridos violentos, companheiros que não respeitam suas companheiras de cama e mesa, agem impunemente por conta principalmente do medo que faz com que muitas dessas esposas, mães e companheiras, entrem para o já crescente índice de violência no País.

Este é o trabalho desenvolvido pela assistente Social Maria da Graça Fernandes da Silva, coordenadora do Centro de Atendimento ás Vítimas de Crimes-CEAV de Santarém, junto com sua equipe. O CEAV é um programa do Governo Federal, que promove atendimento social, psicológico e jurídico á vítimas de crimes e suas famílias, um  órgão ligado a Semtras em Santarém.

Infelizmente o álcool e as drogas ainda são fator básico que contribui para que o lar seja transformado em um cenário violento, de intrigas, brigas constantes e até fatalidades, onde geralmente a  mulher é prejudicada. “Muitas das vezes todos esses fatores estão envolvidos, sempre presentes em situações de violência contra mulher”, disse a coordenadora do CEAV, em Santarém. Assistente Social Maria da Graça Fernandes da Silva, coordenadora do Centro de Atendimento ás Vítimas de Crimes-CEAV de Santarém, um programa do Governo Federal, que promove atendimento social, psicológico e jurídico á vítimas de crimes e suas famílias, um  órgão ligado a Semtras em Santarém.

No caso das mulheres, também a baixa estima comprometida, aliada muitas vezes ao medo é que contribui para a impunidade., “por isso a importância do atendimento  no CEAV, para que a mulher vítima possa entender todos esses sentimentos que está passando e possa acima de tudo voltar a se gostar”, disse a assistente social.“A gente entende que quando existe um crime, toda a família sofre, então ocorre uma desestruturação dessa família e por isso nós temos uma equipe profissional para que se possa buscar no meio familiar, prioritariamente, a reestruturação moral, psiquica e social”, falou Maria da Graça Fernandes. Contatos CEAV/Santarém, 3522 1866.

Por: Carlos Cruz

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