População reclama falta de Hospital Público em Alenquer

Vice-prefeita Marjeany Monte tenta contornar situação

Todo cidadão brasileiro tem conhecimento que na Constituição Federal está elencado que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Infelizmente, por falta de políticas públicas e na maioria das vezes, ausência do Ministério Público, muitos indivíduos menos favorecidos não possuem amparo com dignidade como a Lei estabelece.
No caso específico do município de Alenquer, é um dos poucos que não possui Hospital Público Municipal (Pronto Socorro Municipal). Ao longo dos anos a população alenquerense recebe atendimento médico através da Ação Beneficente Santo Antonio, devidamente inscrita como instituição filantrópica com o Sistema Único de Saúde – SUS.
Como nos últimos anos a população cresceu significativamente, a cota do SUS de Autorização para Internação Hospitalar (AIH) passou a ficar insuficiente para atender a demanda de pacientes de diversas faixas etárias que procuram atendimento médico. Partindo dessa premissa, o Hospital Santo Antonio, que é administrado por uma congregação religiosa, paulatinamente vem se transformando em uma entidade particular, inclusive cobrando consultas e outros tipos de atendimentos.
Dada as atuais realidades de escassez de médicos nos finais de semana em todo o Município e muitos pacientes não possuírem recursos para pagar tratamento particular, aflora a imprescindível necessidade da classe política atender aos reclames dos menos favorecidos e equacionarem esse problema que é de vital importância para a sobrevivência humana.

TRÂNSITO – São freqüentes as denúncias que chegam à nossa redação com relação ao verdadeiro caos que se encontra o trânsito no município de Alenquer. É lamentável que em virtude do mesmo estar praticamente acéfalo administrativamente, as estatísticas apontam registros alarmantes de acidentes com vítimas fatais ou pessoas mutiladas com seqüelas para o resto de suas respectivas vidas. O patético disso tudo, é que os motivos que levam aos acontecimentos fortuitos são ocasionados por contumazes infratores: Condutores dirigindo sem habilitação e com visíveis sintomas de embriaguez, inobservância de sinalização, excesso de velocidade e conduzindo motocicletas sem o uso de capacete.
REFORMA ADMINISTRATIVA – Neste início de ano são fortes os rumores nos quatros canto da cidade que o prefeito João Piloto vai substituir alguns Secretários. JP, como é conhecido no mundo político, é experiente e o povo já o elegeu 3 vezes. Como pretende emplacar 4 mandatos, já está usando suas velhas e acertadas estratégias. Se por ventura se concretizarem as especulações, mais uma vez vai prevalecer o velho adágio: “A voz do povo é a Voz de Deus”. Neste contexto uma coisa é certa, quem está trabalhando com competência está tranqüilo. Por outro lado, todo Prefeito que é mal assessorado acaba caindo no marasmo.

Por: Hemenegildo Garcia / Fone:  (93) 9143-3908 / e-mail: rhgarcia2008@hotmail.com

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