Estádio Mangueirão é o retrato do caos

Em visita na manhã de ontem ao novo secretário de Esporte e Lazer do Estado do Pará, o secretário Sahid Xerfan mostrou para toda a imprensa a vergonha em que se encontra o Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão ou o Colosso do Benguí, que está todo destruído.

Estádio Mangueirão esquecido no governo de Ana Júlia

Por incompetência administrativa do ex secretário JORGE PANZERA e LEANDRO SHILIPAKE, o Estádio ficou sem vigilância armada, sob a alegação de que havia terminado o contrato e teve que ser feita outra licitação. O problema é que o contrato quando foi assinado tinha data de encerramento, portanto, deveria ter sido feito um plano de contingência.

O prejuízo para reformar toda a parte elétrica, iluminação e pintura é de R$ 5 milhões. O Ministério Público já foi acionado e deverá ajuizar uma ação por improbidade administrativa contra JORGE PANZERA e LEANDRO SHILIPAKE.

MAIS PREJUÍZO PARA O ESPORTE – Foram descobertos que sumiram da SEEL doze (12) notebooks, cinco (5) computadores, oito (8) celulares funcionais. Outro levantamento aponta que existia no almoxarifado 755 troféus e 544 bolas das mais diversas modalidades (vôlei, basquetebol, futebol, handebol) no dia 30 de outubro, mas o almoxarifado encontra-se totalmente vazio: DILAPIDARAM TODO O PATRIMÔNIO.

PECÚNIAS ERAM DISTRIBUÍDAS INSDISCRIMINADAMENTE – Enquanto as Federações Esportivas tinham que mendigar para conseguir realizar seus eventos, a SEEL era célere em distribuir recursos em moeda corrente sem necessidade de convênio até o limite de R$ 5.000,00. Exemplos: Clube das Mães do Outeiro, Escola de Samba Deixa Falar, Centro Acadêmico de Pedagogia, Associação GLBT Bota pra dentro e por aí vai.

MINISTÉRIO DO ESPORTE NÃO LIBEROU NENHUM RECURSO – Apesar do Secretário de Esporte ser do mesmo partido do Ministério do Esporte, problemas de documentação e na prestação de contas impediram que fossem feitos repasses ao Estado do Pará, como projetos Segundo tempo, Pintando a Liberdade.

Da Redação

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