Rede óptica de informação da UFPA avança nos campi

O Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação da Universidade Federal do Pará (CTIC-UFPA) iniciou a instalação dos novos equipamentos de rede que viabilizarão a conexão de 33 prédios dos campi profissional e da saúde à Rede Darwin. Os trabalhos de migração da antiga rede de Internet para a Rede Darwin começaram em dezembro de 2010 nos prédios destes campi e devem se estender por mais de 6 meses. “A instalação destes switches e a migração do prédio para a nova rede são feitos num passo único, conforme adequação técnica e agendamento prévio”, comenta Márcio Aragão, coordenador da área de Suporte e Infraestrutura do CTIC.

A Rede Darwin foi criada em 2009 com o projeto da rede de fibras ópticas e especificação de equipamentos de rede. Em fevereiro de 2010, foi iniciada a construção da nova rede óptica, entregue em novembro deste ano.

Participam dos trabalhos de projeto, fiscalização de obras e implantação da rede, a equipe de Suporte e Infraestrutura do CTIC. Quase todo o campus Guamá está coberto pela Rede Darwin, e ela estará sempre em expansão, já que a estrutura de prédios internos da UFPA cresce de modo acelerado. “Para todo novo prédio erguido, é necessário uma ação de expansão da Rede Darwin. Também deverão ser realizados investimentos similares para a atualização da infraestrutura de rede das unidades da UFPA no interior”, assinala Márcio Aragão.

Conectividade- Entre os benefícios da Rede Darwin estão maior desempenho, estabilidade e disponibilidade. A rede óptica foi totalmente construída numa arquitetura de anéis de fibra óptica, que saem do CTIC pelo lado A (próximo à avenida Perimetral) e retornam pelo lado B (próximo ao rio Guamá). Desta forma, os prédios se conectam ao CTIC por dois caminhos distintos. “Com a utilização de modernas técnicas de recuperação de falhas, um eventual rompimento de fibra em um dos lados do anel não interrompe o acesso dos prédios ao CTIC, pois ocorre a interligação imediata de um lado do anel para o outro. Isso garante uma rede mais estável do que a atual, que dispõe de apenas um caminho óptico entre os prédios e o CTIC”, relata o analista de Redes, Raniery Pontes.

Em relação ao desempenho de transmissão, se no ambiente antigo a maioria dos pontos operava a um limite máximo de 100 Mbps, com a Rede Darwin eles contam com 1 Gbps. Futuramente, a depender da necessidade de alguns perfis de usuários, poderão ser suportadas velocidades de até 10 Gbps. Esta rede, segundo Pontes, também oferece maior flexibilidade para novos serviços. “Além da conectividade padrão entre as unidades e com a Internet, a Rede Darwin está sendo construída para suportar aplicações complexas, típicas do meio acadêmico, mediante o emprego de recursos de QoS (Qualidade de Serviços). A Rede Darwin também se destaca pelo leque de funcionalidades ofertadas no suporte às aplicações e pelas ferramentas de gestão embutidas, reforçando a disponibilidade e o nível de desempenho”, argumenta o analista de Redes.

UFPA

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