NEWS – ATUALIDADES

JOAQUIM DA COSTA PEREIRA, SALEM ESBER, CHICO COIMBRA, E  VICENTE BRITO !

Em 1977/78, quando aqui cheguei, o comercio Santareno era pequeno, só tendo quatro comerciantes que sobressaiam pelo tamanho de seus negócios e experiência comercial: –  Joaquim da Costa Pereira, Salem Esber, Vicente Brito, e Chico Coimbra. – Os quatro vinham de raças fortes, onde o comercio, era parte de suas vidas. – Joaquim com as revendas de veículos e casas comerciais, e Salem com seus atacados de alimentos, mantiveram seus negócios até os idos de 2008, quando ambos acometidos por enfermidades se afastaram, vindo a falecer alguns anos mais tarde, – Chico Coimbra recém falecido, com a CIESA, e a Revenda Ford, e Vicente Brito, que nunca teve um feriado ou domingo para fechar seu comercio na Rui Barbosa, mantendo sempre suas portas abertas, esta firme e forte até hoje, em seus oitenta e poucos anos, afastado da lida por ordem médica, sob a vigilância atenta de seus queridos filhos, Celsa, Celi, a caçula, e Vicente Jr., não por vontade própria, que se o deixassem, estava no balcão. –  Estes quatro gigantes, criaram toda uma geração de novos empresários e comerciantes, estando hoje por aí, seus aprendizes de sucesso, Cesarito Ramalheiros, Sabá Chaves, Isaú, Zé Dorico, Olavo, e muitos mais, todos crias dos quatro, que deixaram um grande legado de crescimento a Santarém. – Por isso faço aqui, minha homenagem a esses grandes empresários, que mesmo sem terem a chance de muito estudo, chegaram ao topo, lembrando a nossa Câmara de vereadores, que já merecem ha muito tempo, o nome em uma Avenida santarena como homenagem a suas vidas em pról de Santarém. – Observo que em nossa cidade, damos nomes a muitos de nossos logradouros públicos, de pessoas desconhecidas da maioria de todos nós, muitas das vezes gente de Belém, esquecendo-nos daqueles que aqui moraram, trabalharam, viveram, e muito fizeram por nossa querida Santarém! – Senhores Vereadores, que tal darmos o nome de algum deles, para gente de nossa gente, que é quem merece! -… Os quatro são um ótimo começo !!!

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OBRIGADO!!!

Sinto-me muito gratificado quando saio a rua, e me param inúmeras vezes para me cumprimentar, ora no Shopping, dentro de Bancos, e até em Alter de Chão, para elogiar nossa coluna semanal no “JORNAL O IMPACTO”. – Me dizem que estão seguindo determinado aconselhamento que passamos, que a dieta deu resultados, que a piada foi ótima, que a mensagem serviu muito para o momento em que passavam, e que nós estamos ajudando muitas pessoas a melhorarem suas vidas!  –  Nos dias de hoje, em que os seres humanos estão assoberbados com inúmeras obrigações de seu cotidiano, pagando contas, cuidando dos filhos, preocupados com o emprego, as drogas, a violência, e a correria do dia a dia, fazer a diferença é muito bom. – Digo porque: –  Saí de casa sexta-feira a noite em Alter, e caminhando pela Orla rumo a matriz, um senhor que conversava com amigos, me parou no caminho, e perguntou-me se podia me acompanhar, que seria uma honra para ele, e que sentia sua esposa, minha grande fã, não estar alí naquele momento! –  Disse-me que quando recebem o jornal, “O IMPACTO”, na sexta-feira, em sua casa, é uma disputa para ver quem lê primeiro, indo direto para nossa coluna! – Elogiou os artigos de saúde, as dicas de vida, as piadas, as receitas que coloco, perguntando-me se já fiz todas.- Disse que eu já devo ter acabado com o regime de muita gente, assim como, ter melhorada a saúde de outros tanto! – Acha ótimas as piadinhas, dizendo que liga para o filho em Belém para conta-las! – Enfim, deixou-me feliz, até sem jeito, pela maneira que nos enaltecia, pedindo-me que não parasse nunca de escrever toda sexta-feira, lembrando dele, e dos milhares de leitores, que liam avidamente nossas colunas. – Acredito que meu avô, e meu pai, grandes jornalistas que foram por toda a vida, estão sorrindo com a cria que puseram no mundo, que apesar de ter me formado em, Administração, Direito, quatro anos de Economia, mais duas Pós graduações Lato Sensu, nada em jornalismo,… há 13 anos, por imposição de meu irmão-cumpadre Almeida, Bitão!!! – Ter virado, Jornalista!  –  O “DNA”, dos pais nos filhos, não mente nunca! – Obrigado a todos que nos tecem maravilhosos elogios, que só nos fazem querer melhorar, e continuarmos por aqui, toda sexta, até quando meu cumpadre quiser, e Deus deixar!  – Na outra sexta, tem mais! – A Santa Mama Maria, conosco sempre! – Amém !!!

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NOSSOS HERÓIS ANÔNIMOS!

A ultima vez que estive nos EUA, enquanto eu e Helena aguardávamos a chamada de nosso voo para retorno ao Brasil, observei uma grande multidão de civis e militares que se aglomerava no portão de saída de um voo que chegava do Oriente Médio. – Perguntei ao Oficial que estava perto de mim, o que ocorria, e ele me disse que estava retornando uma tropa que cumprira seu período de 1 ano de serviço, e retornava também, um jovem de 19 anos, que fora junto a mais dois irmãos, servir seu País, e somente ele, o caçula, estava retornando vivo, seus dois irmãos mais velhos, retornavam mortos. –  Quando o avião parou na pista, observamos pela parte envidraçada onde estávamos, que ao serem descarregados os caixões nas esteiras, o Aeroporto inteiro, em respeito parou, todo o pessoal de serviço na pista se perfilou, para prestar homenagem aos jovens heróis mortos, que retornavam para seus lares. – Como a sofrida mãe americana já havia perdido dois filhos em combate, o terceiro tinha que ser preservado, e mesmo contra sua vontade, pois queria permanecer lutando,defendendo seus ideiais e de seu País, foi obrigado a retornar para casa com seus irmãos!. – O povo americano, é de uma raça maravilhosa, guerreira, que mostra o amor que tem por seu País nas milhares de bandeiras hasteadas em todas as casas americanas, que guarda em seu coração com muito valor e respeito, aqueles valentes que deram suas vidas em prol da liberdade e de seu povo. – Para nós, que somos de outros Países, isso também nos enche de orgulho, apesar de a maioria dos brasileiros, não reconhecer seus heróis anônimos, policiais, bombeiros, e todos aqueles que dedicam suas vidas a nos trazer segurança e tranquilidade em nossas vidas. – Em qualquer lugar que você vá nos EUA, um policial, militar, um bombeiro, um para-médico, são tratados como heróis, e não pagam sequer um ingresso em nenhum evento público, assim como quando param em uma lanchonete fardados ou são reconhecidos como tal, os próprios cidadãos não os deixam pagar a conta. – dizendo apenas: – Obrigado pelos seus serviços a nação ! –  Portanto hoje, faço uma homenagem pública a linha de frente de nossos Heróis Santarenos: – Obrigado, Delegados da Polícia Civil, Jamil Casseb, Nelson, Germano, Silvio, Gilberto, Ednaldo, Napoleão, Jardel, Herbert, Paixão, Lucivelton, Henrique, Marcia, Andressa, Adriene, e seus agentes!. –  A nossa PM., o Comte. Carlos, Major Valério, Capitão médico Fábio Botelho, e toda a valorosa corporação. –  A polícia Federal, os Delegados, Olavo, Gecivaldo, Sérgio, e todos os agentes. – A nossos Policiais Rodoviarios Federais. Nossos Bombeiros, e no geral, a todos aqueles que nos protegem e ajudam em suas funções públicas, nossos aplausos, reconhecimento, e muito obrigado por seus serviços!!  –  Que nós brasileiros, aprendamos com os nossos irmãos americanos, a reconhecer nossos heróis, que mesmo sem sabermos, arriscam diariamente suas vidas, para que possamos viver e dormir em paz ! –  Voces guerreiros, são nossos verdadeiros heróis, vocês são mais !!!  – …A vocês meus irmãos, muito obrigado por seus serviços!!!

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APRENDENDO COM OS ESTRANGEIROS – 6 CONSELHOS !!!

Não é difícil num papo entre intercambistas rolar aquelas comparações que começam geralmente com um “lá fora é muito diferente” ou “isso nunca aconteceria por lá…”. As vantagens de morar no exterior são evidentes. Mais segurança, melhores oportunidades, mais respeito às regras que deveriam ser básicas numa sociedade e etc. Mas como intercambistas, não devemos apenas apontar o que é melhor lá. É nosso dever TRAZER o que aprendemos lá para inserir na nossa cultura. Afinal, não é esse o objetivo de troca de conhecimento? Vamos ver: – 1. Café da manhã reforçado Isso é muito comum, principalmente em países com a cultura inglesa. A primeira refeição do dia é sempre valorizada. Nesses lugares, a mesa é recheada de opções como fatias de pão, bacon, salsichas fritas ou grelhadas, ovos, morcela preta e branca, feijão com molho de tomate, batata e cogumelos. Claro, nem tudo isso é saudável, mas a ideia de um café da manhã reforçado é muito indicada por nutricionistas. Isso ajuda a começar bem o dia, com mais disposição, pois esse é o momento certo de carregar as energias! – Quem já foi (ou é) intercambista sabe: tomar um café da manhã bem reforçado ajuda a aproveitar melhor o dia, principalmente porque dificilmente há tempo para pausas para lanchinhos. E como intercâmbio exige mais da gente, principalmente caminhadas, quanto mais energia logo cedo, melhor. – 2. Respeito no trânsito. Em Dublin, andei de bicicleta entre os carros (pois a ciclovia vai para o meio da rua, é bizarro mas funciona) e sempre fui respeitado. Em Sydney, notei que as pessoas nunca atravessavam a rua se o sinal estivesse aberto para carros, mesmo que não houvessem carros, depois descobri que há uma multa pesada para quem atravessa. Lá o trânsito é feito para não haver congestionamento, por isso o pedestre deve ter paciência – nada difícil de alcançar em um lugar tão especial como aquele. Em Berlim as pessoas só atravessam na faixa. E ainda chamavam atenção de quem não fazia o mesmo. São vários casos e uma única verdade: as coisas funcionam quando as pessoas estão dispostas a fazerem elas funcionarem. – 3. Balada cedo. No exterior, as pessoas vão cedo para a balada para voltar cedo. Se você parar para pensar, é algo que faz muito sentido. No Brasil costumamos sair perto da meia-noite; lá, essa é quase a hora de voltar. Às 2h, no máximo 3h, as pessoas já estão descansando (ou não) em suas casas e provavelmente terão um dia seguinte mais tranquilo… – 4. O lado certo na escada rolante Em muitos lugares há uma regra muito simples na escada rolante: quem está de boa fica na direita, quem está com pressa sobe pela esquerda. Pode ser algo bobo, mas com certeza evita muito estresse no dia a dia. É ruim quando você está atrasado e é impedido de andar um pouco mais rápido. Também não é nada legal estar tranquilo e ser esbarrado por um apressado fazendo zig zag entre as pessoas. É algo que podemos facilmente trazer para a nossa cultura. – 5 . Se importe menos com roupas Um dia eu estava esperando o ônibus em Sydney e vi uma pessoa de pijama. Claro que meu instinto natural foi achar estranho. Depois notei que só eu estava olhando aquela pessoa, ninguém mais se importava com o que ela vestia ou deixava de vestir. E isso é um hábito muito comum no exterior: cada um cuida de si. – 6. Pontualidade – Nunca esqueço de uma situação. Éramos basicamente um grupo de brasileiros visitando Paris e contratamos um passeio noturno pela cidade. Umas meninas se atrasaram 5 minutos. Ninguém esperou por elas. No exterior eles levam muito a sério a pontualidade e a partir do momento em que você não está no lugar marcado na hora combinada, você perde credibilidade. Como se um contrato fosse quebrado. Se o guia do grupo esperasse mais 5 minutos, ele desrespeitaria quem estava ali na hora. Fez certo. Como podem ver, todos hábitos citados são muito fáceis de serem executados. Tornar isso um hábito é mais difícil. Exige insistência e a compreensão de que provavelmente você fará isso sozinho por algum tempo. Mas se esses hábitos te cativaram tanto, a ponto de você admirar a cultura estrangeira, porque você não pode cativar as pessoas na sua volta a fazer o mesmo?

É assim mesmo, uma construção lenta, feita aos poucos.

One thought on “NEWS – ATUALIDADES

  • 12 de setembro de 2016 at 10:36 am
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    Dr. Sérgio
    Em Santarém morou um homem que era suíço, falava 6 línguas estrangeiras e pai de nove filhos, quase todos estudaram no Dom Amando e cursaram universidades lá no sudeste; meu pai foi fundador de Lojas Maçônicas no Baixo Amazonas; ele nunca quis ser político pois ele dizia que político honesto nasceu morto.
    Em abraço do Engenheiro Agrônomo (diplomado pela USP- Piracicaba).

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