MP do Pará vai averiguar situação de presídios do Estado

Grupo de trabalho vai apurar situação nas casas penais.

O procurador geral de Justiça do Estado, Marcos Antônio Ferreira das Neves, anunciou ontem que o Ministério Público do Estado do Pará vai instituir hoje, por meio de portaria específica, um grupo de trabalho para levantar informações sobre a real situação de funcionamento do Sistema Prisional do Estado, diante das rebeliões e mortes ocorridas em casas penais da região Norte do País. Essas mobilitações e óbitos de detentos foram identificados como realizados por organizações criminosas.

“Temos que agir preventivamente”, pontuou Marcos Antônio das Neves. Até a semana que vem, o GT do MP do Estado deverá se reunir com o secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Jeannot Jansen, técnicos da Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe) e de outros órgãos.

O GT do MP/PA será integrado pelo corregedor-geral, promotores de Execução do Pará e coordenadores de Centros de Apoio Operacional. O procurador-geral de Justiça destacou que a temática dos presídios no País é um dos desafios colocados ao Ministério Público no cenário atual do País.

POSSE

Como abertura do exercício 2017 do MPPA, na sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça, na sede do Ministério Público do Estado, foram empossados para o biênio 2017/2018 o novo corregedor-geral, procurador Almerindo José Cardoso Leitão e o 2º subcorregedor-geral, procurador Jorge de Mendonça Rocha; e os novos membros do Conselho Superior do Ministério Público do Pará: Rosa Maria Carvalho, Francisco Barbosa de Oliveira, Leila Maria Marques de Moraes, Cândida de Jesus Ribeiro e Maria do Socorro Martins Carvalho Mendo. O procurador Manoel Santino Nascimento Júnior, eleito como 1º subcorregedor-geral, será empossado em breve.

O corregedor-geral Almerindo Leitão enfatizou seu entusiasmo e disposição para atur na nova função, definindo como projeto da Corregedoria-Geral: “Acompanhar o trabalho dos promotores e procuradores de Justiça, exercendo as atividades de orientação e correição, marcadas pela busca da defesa do prestígio de nossa instituição ante a sociedade, da honra institucional e do patrimônio moral de nossa instituição”.

Fonte: O Liberal

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