NEWS – ATUALIDADES Ed. 1128

CONTOS DE SANTARÉM –

O PASSEIO –  A PEDIDOS !!!

Meu amigo Luís Rodolfo Carneiro, foi informado pelo Dr. Evandro Diniz, que um grande amigo de adolescência, o Dr. Astrogildo havia chegado a Santarém. Este amigo hoje era Diretor da DNPM e iria ficar em Santarém por dois dias, e gostaria de conhecer Alter do Chão. – Como sabemos que o Dr. Luís Rodolfo é uma pessoa muito econômica, de pronto, aceitou deixar o seu carro na garagem, e irem os três, no veículo do Dr. Evandro para Alter de Chão. – Pedimos licença para informar que  o veículo do Dr. Evandro, sempre foi de idade ignorada (um Chevette verde musgo, mais musgo, que verde!), seus quatro pneus, segundo a descrição do próprio Dr. Luís, que seria o motorista do possante, eram de uma lisura tal, que papel alumínio de cigarro era grosso perto deles. Enfim, abastecido, após uma vaquinha entre os dois, pois o Dr. Astrogildo não entrou, “era convidado”, (colocaram a astronômica quantia de R$ 8,00 – oito reais de gasolina), lá foram eles mostrar Alter do Chão para o nobre amigo. – A fantástica velocidade de 35Km/hora, encaminhavam-se pela Rodovia Everaldo Martins, com um asfalto mais enrugado que cabelo pichaim, o que obviamente maltratava muito os delicados pneus do possante, que logo perto de São Braz, vitimou um deles. – Pararam, colocaram o valioso amigo em uma sombra em um boteco da vila, com uma cerveja gelada, que transformou-se em dez garrafas vazias, pela ajuda do Dr. Evandro. – E o Dr. Luís, que era o mais jovem, portanto quem deveria trabalhar (muito a contragosto por sinal, suando em bicas), levou o pneu para ser remendado em um borracheiro próximo, haja vista estar o estepe, totalmente fora de condições de rodagem, e vazio. – Resolvido o problema, retornaram ao asfalto e continuaram a viagem. – A dez km de Alter, com duas horas e meia de estrada, um calor infernal, devido ao possante só ter ar quente no ventilador, o segundo pneu furou, o que fez com que parassem novamente. – E o mais jovem trabalhador presente (o Dr. Luís novamente), em vista do Dr. Evandro além de inapto para estas coisas, já estar turbinado etilicamente, e o nobre Dr. Astrogildo fazer questão de demonstrar que o caso não era com ele, efetuasse a troca do furado pelo estepe, que haviam já prevendo o problema, remendado e colocado ar. – Enfim, três horas e meia após a triunfal saída de Santarém, chegaram a Alter do Chão, indo direto ao Gordo, folclórico borracheiro da Vila, onde deixaram o pneu para consertar. – O Dr. Astrogildo se encantou com a beleza paradisíaca de nossa vila, até se esquecendo um pouco da acidentada chegada, e já amesentados, a cerveja correu farta, junto aos famosos tira-gostos de piracuí e charutinhos fritos. – Ao anoitecer, o convidado (76 anos), o anfitrião, (75 anos), e o jovem motorista, Luís Rodolfo (64 anos), empreenderam a viagem de volta, quando no km 10, o pneu rodante, furou. – O jovem motorista, nestas alturas, com a pequena barriguinha cheia de cerveja e tiragosto, já estava sem condições de ajoelhar-se, por isso, sentou na estrada, e empreendeu a troca do ignominoso emborrachado, que estava amotinando-se contra a sua utilização, após de muito, vencida sua vida útil. – Enquanto dentro do bólido verde, o Dr. Evandro dormia, roncando o sono dos justos embalado pela caixa e meia de cerveja que beberam, o Dr. Astrogildo, desviava do Dr. Luís, sentado na beira da estrada, os carros que passavam para que não o atropelassem, apesar de, com seu tamanho (1,82m e 135kg), ser difícil alguém, mesmo no escuro, não enxergá-lo.- Enfim, após meia hora de procurar parafuso, abaixar macaco, etc, conseguiram colocar o carro a andar, e lá se foram na velocidade máxima de 40km/hora, que o monstro verde do Dr. Evandro alcançava. – Quando estavam a 8km de São Braz, estourou novamente outro pneu. Deixando-os literalmente a pé. – Como tinha uma choupana pouco mais à frente, direcionaram o carro até a mesma, e após deixar o tesouro verde em boas mãos, sem outra solução começaram a caminhar pela beira da estrada até a Vila de São Braz, 8km a frente. –  Em fila indiana, caminhava o Dr. Evandro puxando o pelotão, seguido do Dr. Luís com seus 135kg, e atrás, o ilustre convidado, Dr. Astrogildo, Diretor Geral da DNPM, magrinho, mas que já mostrava meio palmo de língua de fora, nunca tendo caminhado mais de 100m a pé em sua vida, tendo que caminhar no escuro, no meio do nada, 8km até a vila mais próxima. O homem estava arrependido de ter conhecido o Evandro, e todo e qualquer santareno que lembrasse em sua vida, só queria sua tranquilidade, e sua vidinha sossegada de volta. Chegaram a São Braz as 11:30h da noite, tendo conseguido ligar pelo orelhão para a casa do Luís Rodolfo, onde pediram socorro a Marcinha, que finalmente, tirou o carro de Luís da garagem e foi buscá-los, tendo todos chegado em casa, somente à meia noite. – Deixaram o Dr. Astrogildo, ou o que restara dele no hotel, tendo o homem pego o primeiro avião que saiu de Santarém rumo a Belém, para nunca mais voltar à nossa cidade. – Passados dez anos, diz o Luís Rodolfo (que não esquenta com nada), até que a viagem foi divertida. – O Dr. Astrogildo nunca mais entrou em contato com os velhos amigos, e dizem que quando vem a Santarém, não liga para ninguém, principalmente para o Dr. Evandro com o seu famoso carro.(ainda existe). – Dizem que após uma tentativa errada se aprende. – Não é o caso do tranquilo Luís Rodolfo, que enquanto dirigia, e ia para Alter do Chão, punha R$ 10,00 (dez reais) de gasolina, (independente dos aumentos do combustível), parando toda vez, perto da antiga casa do Pedrinho Bandalheira, na ponte do Sonrisal, sem gasolina, quando aguardava tranquilamente, o primeiro conhecido (a turma toda), passar para, interar o trajeto. (Coisas de Santarém) – O Dr. Astrogildo que não nos ouça !

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CANTADA  X  RESPOSTA  X  RÉPLICA

 Cantada 1: Este lugar está vago? Resposta: Está, e este aqui onde estou também vai   ficar se você se sentar aí.  Réplica: Obrigado, estava mesmo precisando de dois lugares, minha noiva já   está chegando! (BEM PENSADO!) – Cantada 2: Então, o que você faz da vida? Resposta: Eu sou travesti. (putz!) Réplica: Já tinha percebido! Você esqueceu de fazer   o bigode! (MATOU!!!)  – Cantada 3: Será que eu já não te vi em algum lugar? Resposta: Claro! Eu sou a recepcionista da clínica de   doenças  venéreas…Não se lembra?(uiiii…) Réplica: É isso mesmo! Você até me falou que estava a   pagar o seu tratamento com seu trabalho!(aaaaaaaaiiiiiiii….) – Cantada 4: A gente já não se encontrou em algum lugar   antes?  Resposta:Já e é exatamente por isso que eu não vou   mais lá. (Boooooooa!) Réplica: Eu também nunca mais voltei, naquela zona só   tem baranga!(credooooooo) – Cantada 5: A gente vai para a sua casa ou para a minha? Resposta: Os dois. Você vai para a sua casa e eu vou   para a minha. Réplica: Que pena!  É que minha empregada foi embora e  eu pensei que você  pudesse ir lá em casa fazer uma faxina.(grosso, cavalo, estúpido, tosco….) – Cantada 6: Eu queria te ligar, qual é o seu telefone? Resposta: Está na lista. Réplica: Mas eu não sei o seu nome. Tréplica: Também está na lista, na frente do telefone. X-plica: Mas qual é o anúncio? Acompanhantes ou   Aluguel de tratores (BOA!) – Cantada 7: – Ora, vamos parar com isso, nós dois estamos  aqui nesta boate pelo mesmo motivo. Resposta: – É, pra pegar mulher..Réplica: Nossa, espero ter mais sorte que você!!! (eitaaaaaa…sai pra lá sapatão!!!.)

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MULHER… SER SUPERIOR –

( NUNCA DUVIDEI! )

Um casal sai de férias para um hotel-fazenda. O homem gosta de pescar de madrugada e a mulher gosta de ler. Uma manhã,o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca. Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago.   Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro. Chega um guardião do parque em seu barco, pára ao lado da mulher e fala: -Bom dia, Madame. O que está fazendo? – Lendo um livro – ela responde, e pensando: será que não é óbvio? – A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida ele informa. – Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo. – Sim, mas com todo o equipamento de pesca.   Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento.   Se não sair daí imediatamente, terei que multá-la e processá-la. – Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual, diz a mulher. – Mas eu nem sequer a toquei! – diz o guardião. – É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento. – Tenha um bom dia, Madame – ele diz e vai embora. MORAL: Nunca discuta com uma mulher que lê. –  É certo que ela pensa!!

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A ARTE DE NEGOCIAR

Cliente: – Quanto você cobra pelo programa? Vendedora: – Para você, garoto, faço por R$ 200,00. – Tudo isso! Não tem desconto? – Desconto? Olha pra mim, garoto. Vê se eu tenho cara de quem dá desconto. Sou de luxo. – Mas é prostituta. – Olha como fala comigo, garoto. Não sou prostituta, sou acompanhante.. – Ganhou promoção é? Tem plano de carreira? – Saiba você que sou mercadoria de primeira, do tipo que não se encontra em qualquer esquina. – Realmente não é em qualquer esquina, é sempre nesta. – Bom, é R$ 200,00 e ponto final.- Não, calma aí. Vamos negociar. – Que negociar, garoto. Não tenho tempo pra isso. – Se não quer, não empaca, pois tenho outros clientes pra dar atenção. – Igual a você, eu tenho mais uns duzentos clientes que não me pedem desconto algum. – Eles são eles. Eu sou diferente. – Diferente… como? – Se eu te fizer um cafuné, você dá desconto? – Cafuné? – É, faço cafuné. – Tá louco, garoto? Vê se pode…- É sério, faço cafuné em você. – Mas… é… faz assim, com a mão? Na minha cabeça? – Claro. – Nossa, ninguém fez isso antes. – Eu disse que sou diferente. – Tá bom, se você fizer um cafuné em mim, eu faço por R$ 150,00.. – E se eu te encher de beijinhos carinhosos antes, durante e depois da transa? – Beijinhos? Estaladinhos? – É, bem gostosos. – Bem… é… bem carinhosos? – Os mais carinhosos que você já teve. – É… R$ 120,00 tá bom? – Digamos que eu também possa dar umas lambidinhas na sua orelha… – Ai garoto doido! R$ 110,00. – E se eu também falar umas sacanagens no seu ouvido? – R$ 100,00. – E se eu te abraçar bem forte no final? – R$ 50,00! – E se eu te pedir em casamento? – Eu caso, garoto! – Eu caso!  – Ops…- Aí não… fica muito caro. – Vamos fechar em R$ 50,00 mesmo. Moral da história: Nunca se empolge demais numa negociação… As vezes é necessário retroceder…Sempre garanta um preço justo para os dois lados, pois o barato pode sair muito CARO!!!

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ESTUDO

MPORTANTÍSSIMO:

1ª) No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; b) Em compensação, na França se consomem muitas gorduras e, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; c) Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; d) Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; e) Na Argélia, se faz muito pouco sexo e o índice de ataques cardíacos é menor do que   na Inglaterra e nos EUA; f) Em compensação, no Brasil se faz muito sexo, e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;  –  CONCLUSÃO: – Beba, coma, e faça sexo sem parar, pois o que mata mesmo,… é falar inglês!

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