Perigo – Calçadas irregulares expõem risco à população; ação do MP não surtiu efeito

Infelizmente, o  tema que deveria ser prioridade para os governantes, continua prejudicando uma parte considerável da população, em especial aquelas pessoas que tem dificuldades de locomoção, sejam temporárias como no caso de uma mãe com carrinho de bebê, ou definitivas, como um cadeirante.

Por toda a cidade os obstáculos se multiplicam, desde uma calçada sem padrão, até mesmo a audácia de transformarem este espaço público para pedestre, em depósito de lixo e de materiais de construção.

Há dois anos o Ministério Público do Pará, em Santarém, iniciou uma Ação Civil Pública cobrando da Prefeitura do município a efetivação de fiscalizações, que fossem autuados os moradores que não estavam cumprindo com rigor as normativas previsto no código de obras  sobre à questão, porém, algumas atividades iniciais lograram êxito, principalmente na questão do estacionamento dos veículos, no entanto, parece que as ações pararam no tempo.

Na área central da cidade, é fácil observar a situação caótica, calçadas não permitem a passagem satisfatória de pedestres sem dificuldades de locomoção, imagine os que possuem restrições, conforme demonstra a foto, registrada na avenida Rui Barbosa entre, as travessas 15 de Novembro e Turiano Meira.

Não é raro, você se deparar com mercadorias sendo expostas nas calçadas, até mesmo eletrodomésticos, bancas de lanches tornam-se obstáculos para os consumidores que procuram o local para realizarem suas compras.

Certamente, para mudar essa realidade, além de despertar maior consciência dos proprietários de lojas e residências, é necessário que o poder público não se omita, e também não se foco apenas da fiscalização. É necessário ações de educação e conscientização. Deve-se implementar projetos de padronizações de calçadas, inclusive com rúbrica orçamentária, para que possamos ter uma Pérola do Tapajós com mobilidade para todos.

 

RG 15 / O Impacto

Um comentário em “Perigo – Calçadas irregulares expõem risco à população; ação do MP não surtiu efeito

  • 6 de março de 2018 em 09:52
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    Infelizmente este tipo de construção está por toda a cidade, tem ruas que o pedestre tem de caminhar no asfalto porque não há como caminhar na calçada que seria o seu local de trafegar, não é só aí não, está em toda parte, tem casas que até fazem uma mureta da casa até a rua, tomam espaço público para sí, na verdade eu creio que quem deveria coibir esses excessos seria a Prefeitura, mas não fazem absolutamente nada, deveriam notificar todo mundo para que quando for fazer calçada que o façam de forma padronizada para que possam ser usadas por quem precisa trafegar sem precisar se arriscar a ser atropelado e nem subir e descer como em uma pista de obstaculo.

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