“QUEM É QUE ME GARANTE QUE…” – Eduardo Fonseca Ed. 1196

“QUEM É QUE ME GARANTE QUE…”

Como diziam os antigos: ”Quem é que me garante que”… as mortes que vem ocorrendo em Belém, totalizando, hoje, 02.05.2018, em número de 34, após o assassinato da CB-PM FM Maria de Fátima, não se trata de uma resposta aos assassinos, pelos servidores públicos estadual militar?, para ser mais metafórico! Para não dizer execução. Ou resultado do trabalho do “Tribunal do crime” ou até “purificação”!
Ora, se assim, o prezado leitor entender, vai entender também que a polícia, tem em suas mãos, os nomes e endereços dos meliantes, porque nos quatro cantos de Belém foram encontrar os malfeitores soltos que dizem “estarem atordoando a cidade”. Mas na atual conjuntura quem está se portando assim são as polícias com as respostas, ou seja, “purificação” com outras vidas tiradas, por cada Policial morto, em outras palavras, é a milenar Lei de TALIÃO. “OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE”, que não cabe na atual sociedade que se diz civilizada e democrática.
E o Senhor Secretário de Segurança, está de “bico calado”, pois há quinze dias disse que Belém era tranqüila, assim como o governador do Estado que está mais preocupado em concluir o seu mandato e fazer o seu substituto, por que ligar para o povo? A prova está em que não está nem ligando para as greves que estão tomando conta dos serviços públicos do Estado, desde o final do mês passado.
Essa preocupação com a política e com arrumação dos pedidos dos políticos deve perdurar até o dia 07 de outubro de 2018. Hoje, no dia em que me lêem este texto, 04.05.2018, estão faltando precisamente 153 dias, para a eleição de Governador, Presidente, Deputado Federal, Senador e Deputado Estadual! Então, aguarde que até lá o povo fica em último lugar! E este povo é que deve decidir o País que quer.
“Quem é que garante que”… Uma outra prova da burocracia, o descaso e “empurra empurra” dos nossos governos foi a tragédia anunciada que aconteceu no edifício ocupado pelos “sem teto”, no largo do Paissandu em São Paulo. Muito o leitor já sabe, sobre o ocorrido, não precisa repetir aqui, mas a grande culpa foi dos governos Federal, Estadual e Municipal, que ficaram “enrolando” passando “a bola de para o outro” e quem se dava bem era um sujeito de nome ANANIAS que se dizia coordenador do Movimento dos Moradores Sem Teto” e cobrava daquelas pessoas infelizes e desesperadas, sem um teto. Eram famílias que não tinham onde morar, para dizer que ali era o seu lar.
E ainda, pagavam para aquele oportunista a título de “manutenção”, valores que variavam entre 200, 300 e 400 reais por mês, o que totaliza, aproximadamente, só neste prédio em média seiscentos mil por mês.
Mas o líder do movimento não mora em nenhum desses prédios. É líder, sim, mas da MILÍCIA VERTICAL URBANA, que utiliza terrenos, casas e edifícios abandonados e alugam e até vendem, que por sinal, essa milícia já tem em Santarém.
É evidente que esses que se dizem líderes de invasão e ficam cobrando dinheiro dos ditos invasores para garantir o seu “lote”. É o típico “líder” “da milícia urbana vertical”, pois quem não “colabora” não fica com o seu “lote”. E depois os mesmos líderes revendem para pessoas bem aquinhoadas da cidade para ali levantar casas que não são de pessoas de “baixa renda”, razão por que dificultam a reintegração da posse, para o legítimo proprietário e assim se tornam responsáveis pelo surgimento de nova favela em Santarém. ///////////// Além de há muitos anos já não ter mais o brilho que tinha outrora, o dia do Trabalho, 1º de maio, este ano foi pior ainda. Alguns sindicatos e sindicalistas utilizaram o “feriado” não mais para pedirem melhores salários e melhores condições de trabalho, por exemplo. Foi usado mais para protestar uma decisão judicial, o trabalho da Justiça que prendeu o ex presidente, condenado em segunda instância, querendo sua liberdade. “Os líderes sindicais” sabem que este não é o caminho. Foi um dia sem aquele toque especial que era o dia do Trabalho ou do Trabalhador, também. ///////////////// Assim como eu, muitas pessoas que se encontravam na Praça do Pescador segunda-feira, dia 30.04 e no dia 01 de maio, estavam questionando a arborização na margem do asfalto e no estacionamento na orla de Santarém. Ali foram construídos uns quadrados em tijolos para plantarem IPÊ e brevemente mudas de SAPUPIRA. Algumas “proteções’ em tijolo já foram derrubadas porque não têm vigilância e os motoristas não estão nem aí. Mas a pergunta ficava não só porque esta “arborização”, como também, pela espécie vegetal. Não tinha outro tipo de planta amazônica?. (O ex-prefeito Rui Corrêa mandou plantar Palmeiras, na orla, não tem nenhuma como lembrança. Faltou cuidado, zelo). Ou talvez a pessoa que teve aprovada essa “Brilhante” ideia, tenha se inspirado nos poema de Gonçalves Dias: “MINHA TERRA TEM PALMEIRAS, ONDE CANTA O SABIÁ”/ AS AVES QUE AQUI GORJEIAM NÃO GORJEIAM COMO LÁ”. Ou naqueles versos da AQUARELA DO BRASIL de autoria do Ari Barroso. “Esse coqueiro que dá coco”, claro não? Se assim for, está explicado!
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EM RAZÃO DE ESTAR RENOVANDO A LICENÇA DE OPERAÇÃO, VENCIDA EM 27 DE FEVEREIRO DE 2018. O SEU PEDIDO DE RENOVAÇÃO FOI PROTOCOLADO NO DIA 04.04.2018 JUNTO À SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, O FLUMINENS ATLÉTICO CLUBE COMUNICA AOS SEUS ASSOCIADOS E FREQUENTADORES QUE TEVE QUE SUSPENDER SUAS ATIVIDADES, NA SUA SEDE SOCIAL, NAS NOITES DE SEXTAS FEIRAS, ENQUANTO A DIRETORIA ESTÁ AGUARDANDO A EXPEDIÇÃO DE NOVA AUTORIZAÇÃO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO PARA REATIVAR SEUS EVENTOS SOCIAIS E ASSIM CONTINUAR A PROPORCIONAR O BOM LAZER DOS SEUS EX ATLETAS, SÓCIOS E FREQUENTADORES EM GERAL, O QUE VEM FAZENDO DESDE 08 DE OUTUBRO DE 1949, PORTANTO, HÁ 70 ANOS,
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LICENÇA DE OPERAÇÃO
O FLUMINENSE ATLÉTICO CLUBE, sociedade esportiva e recreativa, CNPJ 05.714.316/0001-69, localizada na Av. Presidente Vargas, 1721, CEP 68005-110, bairro de Aparecida, vem, de público, comunicar que protocolou no dia 04.04.2018, junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o seu pedido de LICENÇA DE OPERAÇÃO, PROCESSO Nº 446/2018.
Santarém – 25 de abril de 2018.
EDUARDO MAURÍCIO SILVA FONSECA
Presidente

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