O TRAPICHÃO | Eduardo Fonseca Ed. 1198

O TRAPICHÃO

Alguns santarenos mais antigos e outros da minha geração devem estar lembrando do famoso campo de peladas, localizado na orla de Santarém, onde hoje é a quadra Manoel de Jesus Moraes, conhecida popularmente como quadra do “Mascotinho”. Pois era ali o campo de peladas da praia, mais famoso de Santarém, ao lado do trapiche, chamado “Trapichão”.
Hoje, Trapichão não é mais o campo de peladas da praia santarena. Mas é em que a orla foi transformada em toda a sua extensão um grande “Trapichão”.
Após, o descaso, de muitos anos, terem destruídas as praias que perlongavam toda a orla de Santarém, esta orla tem servido para todo o tipo de “improvisação” sendo a maior delas o tal chamado “Porto da Praça Tiradentes”, onde há mais de vinte anos, a Prefeitura, vem cometendo crime ambiental, como aterrar a praia e consequentemente aterra uma parte do Rio Tapajós, além daquele movimento de carga e descarga e viaturas diversas e os órgãos que deviam falar sobre tal irregularidades, ficam calados.
Assim, o povo ficou calado, não disse nada. Acabaram a Vera Paz, a Coroa de Areia. A Pelada na descida do Veterano, a da Praça Tiradentes, e os demais campos de peladas existentes até a Praia de São Marcos e a Vila Arigó – este é um caso a parte de abandono e tomada total pelos caminhoneiros, estes estão quase que impedindo, totalmente o acesso dos pedestres no seu direito de ir e vir.
Sim, caros leitores, esses comentários, antecedentes são para que lembrem de que como era, e como está a nossa orla. Hoje da Vila Arigó a Maracangalha até o Mapiri ou da Mapiri, Maracangalha, até a Vila Arigó, mercado da Buchada e Porto dos Milagres, Área Verde e Maicá, é um verdadeiro “Trapichão”. São milhares de barcos, diariamente, encostando, fazendo embarque e desembarque em toda a extensão da nossa Cidade, onde já há muito não se pode tomar banho imaginem agora, com esse monte de barcos, lançando lixo e demais detritos no lindo Rio Azul – o Tapajós.
Há poucos dias, alguns proprietários de lanchas que fazem viagem intermunicipal, queriam tomar o lugar dos catraieiros, na Praça em homenagem “Gigi Alho” na Rua do Imperador, não conseguiram. Os catraieiros não deixaram. Mas alguns barcos, pior ainda! Estão atracando ali para pegar cargas e passageiros. Mesmo com uma secretaria própria para isso, mas o dirigente é de família de donos de embarcação, não pode ter isenção para atuar… Quanto à Praça que a gestora da época construiu para prestar uma homenagem a um dos grandes cidadãos de Santarém, que marcou sua passagem por essa vida, como amigo, cidadão, pai de família e um bom comunitário, seu JOÃO ALHO, carinhosamente ficou popularizado como Seu “Gigi” Alho. Ele merecia que a Praça que leva o seu nome, fosse melhor tratada, desde a administração anterior que deixou que parte dela desabasse e hoje, servem para alguns, fazerem a “fumaça subir pra cuca”.
Esperamos, agora, que pelos anúncios feitos pelo Governador, dessa obra pré eleição 2018 o “tal Terminal Fluvial” a ser construído onde era a Tecejuta, se conclua e os donos das embarcações atraquem ali e passem a pagar por esse serviço. Porque usando a orla de Santarém, mesmo esculhambando, não pagam nada para o município, e ainda falam mal do Prefeito. – Muitos munícipes não sabem disso!
//////////
Mesmo com todo o esforço do Ministério Público Estadual em manter as calçadas livres, em Santarém, o povo indisciplinado e mal educado, insiste em mantê-las, obstruídas, ou seja, as calçadas ocupadas e os comerciantes, estes insistem em usá-las como uma extensão das suas vitrinas. É possível, pois não tem fiscalização. E aí não adianta o esforço do Ministério Público, sem a colaboração do povo e do poder municipal. Então, alguns resolveram usar a faixa da rua onde se deveria estacionar os carros, como na frente do Pronto Socorro Municipal, onde se tem uma grande quantidade de ambulantes que vendem do churrasquinho, e etc… corre solto!
Como, também, não tem fiscalização no chamado “Belo Centro” ou ”Fedor Centro”, “catinga forte”. Lembro-me bem, quando da sua inauguração, ficou decidido que não se colocaria nada na calçada, nem era permitido ambulantes em toda a sua extensão. Ora no atual governo, onde alguns secretários parecem que estão do lado contrário do Prefeito, pois deixam “avacalhar” com a cidade, e o povo reclama, bate no Prefeito e alguns secretários, que parecem que não querem se justificar com o povo, deixam o Prefeito sendo execrado pela opinião pública. Mesmo assim alguns “agentes da secretaria da área de economia” que deveriam fiscalizar, mas o que fazem muito é desfilar “numa boa” e jogam até “purrinha”, com os próprios infratores? ///////////////// Após a padronização das barracas na feira dos camelôs, da Praça da Matriz, que está virando uma verdadeira feira do Paraguai, pelo que tem de produto importado, “original”, sem nota fiscal, sem nada. Ao lado disso ainda tem os peruanos, haitianos, colombianos, que invadiram a Praça e começaram uma verdadeira “boca” de jogatina diversas, e “agiotagem” abertamente. Não chega os que tem por aqui? Estamos importando a malandragem? /////////////
Já na feira do Aeroporto Velho o negócio está sem controle. O jogo da “Maria Pretinha”, está correndo solto. Dizem até que tem “apoio da Polícia”, para não falar dos “pirateiros” que não tem quem os façam parar. Só se multiplicam! e ainda abusam dizendo que tem os “olheiros” para “se um dia” quando a Polícia vier, eles já terem se mandado. É pouco ou quer mais “deboche”. Onde estão os que tem a obrigação de coibir isso tudo? /////////////
Na terça feira, dia 15.05.2018, na Câmara Municipal de Santarém, realizou-se uma Sessão Especial, em homenagem aos 100 de fundação, pelo Frei Ambrósio, da antiga Escola Paroquial São Francisco, hoje Escola Diocesana São Francisco. Estive presente em parte da Sessão, porque fui aluno daquele educandário (da última turma do porão do Convento São Francisco) durante os anos de 1962 a l965, quando passei no Exame de Admissão e fui estudar o Ginásio. Era um Colégio, onde todas as famílias ansiavam colocar seus filhos para estudar. Era dirigido pelo FREI VIANEY (hoje com 90 anos e a saúde um pouco debilitada) e as responsabilidades pedagógicas estavam pela responsabilidade das irmãs da Imaculada Conceição, conhecidas em Santarém, como: “as freiras do Santa Clara”. A Escola São Francisco era um dos melhores educandários de Santarém, porque além da formação das disciplinas didáticas, preparava-se o jovem para a vida, além da boa disciplina se promoviam ali cursos preparatórios para primeira comunhão, para crisma e os estudantes tinham boa preparação para irem estudar no Seminário São Pio X e Dom Amando. Foram feitas justas homenagens a alguns profissionais que se destacaram e ajudaram a Escola, como meu amigo” tricolor” Pe. Valdir Serra, que foi o responsável, na sua direção, pela implantação do hoje chamado, Ensino Médio. /////////// TRINTA E CINCO MIL PESSOAS, NO MANGUEIRÃO, VIRAM O PAPÃO DA CURUZU SAGRAR-SE CAMPEÃO INVICTO DA COPA VERDE E COM ESTE TÍTULO TORNA-SE ASSIM: BI CAMPEÃO DA COPA VERDE. ////////////// Nesta sexta no FLUMINENSE o tradicional BAILE DE SAUDADE. Com o grupo musical AMIGOS DA SAUDADE, a partir das 23 horas, Imperdível.


LICENÇA DE OPERAÇÃO
O FLUMINENSE ATLÉTICO CLUBE COMUNICA À POULAÇÃO EM GERAL E A QUEM INTERESSAR POSSA QUE RECEBEU DA SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE A LICENÇA DE OPERAÇÃO DE Nº 026/2018, COM VALIDADE ATÉ O DIA 08.05.2022. Santarém- Pa., 10 de maio de 2018.
EDUARDO MAURÍCIO SILVA FONSECA
Presidente

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *