Milton Corrêa Ed. 1219

ELEIÇÃO O ÍCONE DA DEMOCRACIA
As eleições que ocorrem no Brasil, ou processo eleitoral, como queiram, foi e sempre será o ícone da democracia. Só assim tem o cidadão brasileiro a liberdade de votar no candidato (a) a cargo político que entenda, possa representá-lo dignamente nas várias esferas do Poder Legislativo e Executivo. Mesmo sendo essa prática democrática saudável, nem sempre é salutar, devido a determinados eleitos que desviam suas condutas e acabam fazendo o que não deveriam fazer, contrariando princípios éticos, morais e até religiosos, tornando-os danosos aos interesses da sociedade que lhe outorgou a condição legal de seu representante. Os absurdos escândalos que temos visto acontecer nos meios políticos, nos leva a uma reflexão plena de que em quem de fato, devemos confiar. Suas faces quando em campanhas eleitorais sempre exibem a maquiagem da proposta a ser trabalhada em favor do bem comum. Porém, nem sempre é assim a maquiagem sai de cena e são capazes de indignar a quem os confiou com a prática de atos inaceitáveis, principalmente no chamado “desvio do dinheiro público, que afeta principalmente setores como saúde, educação e transporte. É importante ressalta que temos representantes sérios que em respeito ao povo trabalham pelo seu bem-estar. Aos que se enveredam a promiscuidade de atos corruptos, nos decepcionam, envergonham e nos causam indignação. Gente, vamos cobrar seriedade, respeito, responsabilidade, honestidade. Que os eleitos sejam de fato representantes dos interesses do povo, priorizando o bem comum. Assim a eleição será sempre um ícone da democracia e esta será sempre posta em prática.

DIA DAS CRIANÇAS DEVE MOVIMENTAR R$ 9,4 BILHÕES NO VAREJO, APONTA PESQUISA CNDL/SPC BRASIL
Gasto médio de cada consumidor com presentes será de R$ 187. Maioria pretende pagar produtos à vista e 80% pesquisarão preços antes de comprar; entre os inadimplentes que querem adquirir presentes, 69% estão negativados. Apesar da lenta retomada da economia refletir no ânimo dos brasileiros, a maioria dos consumidores (72%) deve ir às compras este ano no Dia das Crianças — em especial as mulheres (77%). É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais. No ano passado, 67% compraram presentes na data. Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 9,4 bilhões. Diante de um cenário com alto índice de desemprego e renda achatada, os gastos do consumidor também prometem ser ponderados. De acordo com o levantamento, (39%) dos entrevistados que presentearão, principalmente filhos, sobrinhos, netos ou afilhados, pretendem gastar o mesmo valor que o ano assado, enquanto 24% planejam comprar menos. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, R$ 187 com presentes. O Dia das Crianças representa a última festa comemorativa antes do Natal e dará sinais de como será o desempenho das vendas no final do ano. “As intenções de compra da data servirão de termômetro para o fim de ano, ao trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal, principalmente em um momento que o poder de compra das famílias continua sendo afetado pelas dificuldades econômicas”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Orçamento apertado é principal motivo para 34% dos consumidores segurarem gastos. Seis em cada dez entrevistados afirmam que presentes estão mais caros. Os impactos da crise ainda estão presentes no dia a dia das pessoas e contribuem para que boa parte gaste menos na data. A principal razão para que haja um freio no consumo daqueles que pretendem gastar menos este ano deve-se ao orçamento apertado (34%), enquanto 24% desejam economizar, 18% estão desempregados e por essa razão se veem impossibilitados de comprar e 9% têm outras prioridades de aquisição (9%), como carro e casa. Há ainda os que precisam pagar dívidas em atraso (8%). Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um. A maioria (66%) espera pagar os produtos à vista e o dinheiro será a opção de 51% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece o cartão de crédito parcelado (34%) e em terceiro, o cartão de débito (28%). Entre os que planejam parcelar as compras, a média de prestações é de quatro parcelas. Os shopping centers são o lugar preferido dos consumidores para fazer suas compras (42%), embora 35% optem pela internet, provavelmente motivados pela comodidade e praticidade de encontrar seus presentes. Já 28% mencionaram que buscarão o tradicional comércio de rua. Mesmo com uma inflação menor se comparada ao auge da crise, a maioria dos entrevistados (59%) avalia que os preços dos presentes estão mais caros do que em 2017. Para 31%, os preços estão na mesma faixa e apenam 6% dizem estar mais baratos.

80% PRETENDEM PESQUISAR PREÇOS E 69% DOS INADIMPLENTES QUE VÃO ÀS COMPRAS ESTÃO COM O NOME SUJO
O estudo aponta ainda que oito em cada dez consumidores (80%) pretendem pesquisar preços antes de comprar — em especial as mulheres (84%) e as classes C e D (82%). Entre os que adotam a prática da comparação pela internet (77%), o meio de pesquisa mais utilizado são os sites de busca, como o Google (66%). Também há os que recorrem aos portais e aplicativos de comparação de preços (51%) e os sites de ofertas (48%). Muitos entrevistados disseram ter o hábito de pesquisar preços também em lojas de rua (46%), principalmente as mulheres (51%). A economista do SPC Brasil alerta que os consumidores só devem ir às compras se o orçamento permitir e não houver contas em atraso. “Mesmo que os valores pareçam baixos, todo esforço deve ser direcionado ao pagamento das dívidas. Já para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos e pagar à vista”, orienta. Quando indagados se costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Crianças, a maioria das pessoas (74%) respondeu que não. Por outro lado, 22% reconhecem assumir despesas acima de suas possibilidades financeiras. A consequência do hábito de gastar além do próprio orçamento é a inadimplência: 28% dos que pretendem fazer compras nesta data possuem alguma conta atrasada, sendo que destes, 69% estão com o nome sujo. Entre os que compraram presentes ano passado, 23% admitem ter ficado negativado devido às compras do Dia das Crianças, sendo que 16% ainda estão nesta situação. 15% vão dividir compra com outras pessoas; 37% dizem existir pressão das crianças para presentes desejados. No ranking dos itens que devem ser mais comprados aparecem: roupas e calçados (38%), bonecas (37%), aviões e carrinhos de brinquedo (21%). Em tempos de dificuldades, uma opção que atrai muitos consumidores é dividir o valor dos presentes com outras pessoas como forma de economizar. Cerca de 15% afirmaram que pretendem dividir o valor das compras, sendo que 50% vão fazê-lo com o cônjuge, enquanto 24% com o pai ou mãe da criança e 21% com outros familiares. Para 32%, a divisão do preço do presente será usada como estratégia de redução dos gastos. Mas parcela significativa dos consumidores também respondeu que vai dividir a compra por estar com o orçamento apertado (26%) ou por estar desempregado (22%). Já um em cada oito entrevistados respondeu que espera pagar os presentes sozinhos (80%), sobretudo os homens (86%). Em relação ao protagonismo dos pequenos no momento da escolha dos presentes e a influência do círculo de convívio e dos meios de comunicação nos hábitos de consumo das crianças, o estudo indica que para 37% dos entrevistados existe pressão da criança para comprar o que ela deseja. Por outro lado, 62% das crianças não fazem qualquer tipo de pressão para ganharem o presente almejado. Em outro dado instigante, quase a totalidade (92%) disse acreditar que a publicidade influencia as crianças na hora de pedirem presentes – especialmente entre os consumidores de 35 a 54 anos (96%). Além disso, a grande maioria (91%) ouvida também concorda em algum grau que as crianças sejam influenciadas por outras na definição dos presentes que gostariam de ganhar.

PRINCIPAIS FESTAS RELIGIOSAS DE OUTUBRO DEVEM REUNIR 4 MILHÕES DE FIÉIS
Festas como o Círio de Nazaré aquecem o turismo religioso no país, responsável por 20 milhões de viagens ao ano. A reportagem é da Agência do Rádio assinada por Cintia Moreira. O turismo religioso no Brasil injeta R$ 15 bilhões na economia por ano. Só para você ter uma ideia, neste mês de outubro, das 185 atrações e festividades que estão inscritas no Calendário Nacional de Eventos do Ministério do Turismo, 49 estão relacionadas a romarias, missas, círios, peregrinações e procissões. Uma das principais é o Círio de Nazaré, que ocorre em Belém do Pará, sempre no segundo domingo do mês. A celebração religiosa dura duas semanas e está para os paraenses assim como o Natal para o restante do país. O evento chega a reunir mais de dois milhões de fiéis na cidade. Pelo simbolismo e importância, a festa da padroeira da Amazônia foi reconhecida pela Unesco como patrimônio imaterial da humanidade. Para a estudante de Direito, Morgana Maria Lobato, de 21 anos, um dos pontos altos do festejo é a corda utilizada para puxar o carro que transporta a Imagem da Santa – uma tradição que envolve milhares de fiéis. “As pessoas que vão na corda sempre estão antes, muito antes para guardarem seus lugares, para começarem a rezar, fazendo homenagens à Nossa Senhora. Muitas pessoas cumprindo promessas; algumas acompanham descalças, calçadas, de joelhos”. Aparecida do Norte, em São Paulo, por exemplo, é famosa entre os turistas religiosos por abrigar o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, segundo maior do mundo. Este santuário só fica atrás da Basílica de São Pedro, no Vaticano. A Basílica de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, é considerada também o maior santuário mariano do mundo e recebe mais de 12 milhões de romeiros por ano. De acordo com a Secretaria de Turismo do Município, só neste mês, devem circular 1 milhão de pessoas para as festividades. Além disso, em outubro também tem a festa de São Francisco de Assis, cujo centro de romarias é Canindé, no Ceará. Os fiéis percorrem mais de 120 km debaixo do sol até chegar ao maior santuário franciscano das Américas. Segundo a Secretaria de Turismo do Estado, as festividades por lá também devem reunir 1 milhão de fiéis. De acordo com o Ministério do Turismo, no Brasil, o turismo religioso movimenta cerca de 20 milhões de viagens por ano, o que faz aquecer as atividades do comércio e serviços com a geração de emprego e renda.

CÂNCER DE MAMA: CONHEÇA SINAIS RELACIONADOS AOS MAMILOS E ARÉOLAS
Existem pelo menos 13 sinais que ajudam a identificar a presença do câncer de mama e identificá-los a tempo pode ajudar na detecção precoce, aumentando assim as chances de cura. A reportagem é da Agência do Rádio, assinada por Aline do Valle. Já falamos de alterações na pele como – a retração, aspecto de casca de laranja – e endurecimento das mamas. Hoje, falaremos dos sinais relacionado aos mamilos e aréola. Para isso, a gente conversa agora com o mastologista Marcelo Bello, do Instituto Nacional do Câncer, o INCA. Atenção para os alertas! “Um outro sintoma comum é o que a gente chama de invaginação do mamilo – quando o bico da mama começa a entrar e não sai mais. Ele começa a ser tracionado por dentro, entra e não volta mais. Alterações como a cor da aréola – do bico da mama – também podem chamar a atenção. A coceira, principalmente no mamilo; uma coceira que aparece do nada em uma das mamas. Isso aí merece ser investigado. Porque alguns cânceres de mama se manifestam dessa forma”. Vale lembrar que os sinais normalmente não são simultâneos e nunca devem ser a única forma de diagnóstico do câncer de mama. “A liberação de secreção pelo mamilo. Quando você tem uma secreção em um dos mamilos e começa com uma certa facilidade. As vezes mesmo sem você espremer o mamilo, ela está sujando sua roupa. Você acorda de manhã e percebe que a roupa está suja, está molhada na região do mamilo. Normalmente é uma secreção transparente que parece uma água – a gente chama de água de rocha. Pode estar associado com sangue e aí mais atenção ainda você tem que ter”. E o que fazer se encontrar alguma dessas alterações? O mastologista do INCA, Marcelo Bello aconselha.

“VOCÊ TEM QUE PROCURAR AUXÍLIO MÉDICO…”
Diante de um ou mais desses sinais, procure assistência médica. E lembre-se: a percepção desses sinais não substitui de forma nenhuma os exames de rotina! Apenas com esses testes que é possível confirmar a presença ou não do câncer de mama. Para saber quais os outros sinais, acesse saúde.gov.br/cancerdemama.

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