Injeção letal teria sido usada na Guerrilha

Ossada humana encontrada na região do Araguaia

Um coronel aposentado de Belém foi reconhecido por soldados da Guerrilha do Araguaia (1972-74) como sendo o médico de bases militares onde ocorreram torturas e levantam a suspeita de seu envolvimento na morte de guerrilheiras com injeções letais. As informações são da Folha.com.

A suspeita de sua participação nas mortes surgiu em um vídeo com dois ex-soldados, gravado em abril pelo grupo do governo federal que procura ossadas das vítimas. As testemunhas dizem ter convivido com Monteiro no 52º Batalhão de Infantaria de Selva, em Marabá (PA), de onde partia para missões em outras bases na região.

Pessoas desaparecidas na guerrilha

O militar, hoje na reserva do Exército, pode ser um arquivo vivo das violações aos direitos humanos no Araguaia, diz Paulo Fonteles Filho, observador do grupo do governo que busca ossadas.

O coronel da reserva Walter da Silva Monteiro negou ter participado da Guerrilha do Araguaia.

Fonte: eBand

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