Von propõe Sessão Especial para debater UFOPA

Alexandre Von, deputado

O deputado estadual Alexandre Von (PSDB/PA) propôs, na sessão ordinária de quarta-feira (17/08/2011), que a Assembléia Legislativa do Estado do Pará realize uma Sessão Especial para debater e avaliar a importância da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA – e sua contribuição no avanço da educação superior pública, com a consequente oferta de novos cursos e oportunidades de formação profissional a milhares de jovens em toda a vasta região Oeste do Pará. Para o parlamentar santareno, a realização da sessão especial permitirá ao Legislativo Estadual conhecer e discutir o estágio de sua implantação e os projetos de sua expansão para atender as demandas dos municípios do Oeste do Pará.

Caso a proposição seja aprovada, serão convidados a participar da referida sessão o Ministro da Educação, o Reitor da UFOPA, representantes dos corpos docente e discente da instituição, os reitores da UFPA, UFRA e UEPA e, ainda, o Secretário Especial de Estado de Promoção Social, o Secretário de Estado de Educação, o Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia e representantes das Câmaras dos Municípios que compõem a Região Oeste do Pará.

Da redação

Um comentário em “Von propõe Sessão Especial para debater UFOPA

  • 20 de agosto de 2011 em 07:26
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    Plenário do TSE aprova as dez resoluções sobre o Plebiscito no Pará

    Ministro Arnaldo Versiani durante sessão do TSE. Brasilia 18/08/2011 Foto:Nelson Jr./ASICS/TSE
    O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na sessão administrativa desta quinta-feira (18) as 10 resoluções que regulamentarão o Plebiscito no Pará que consultará a população sobre a divisão do Estado e a criação de mais duas unidades da federação – Tapajós e Carajás.

    Relator das resoluções do plebiscito, o ministro Arnaldo Versiani encaminhou no plenário voto a favor da aprovação das resoluções, que foram submetidas à audiência pública no TSE, realizada no dia 5 de agosto, na qual partidos políticos e instituições fizeram uma série de sugestões ao aperfeiçoamento das minutas dos textos. Na sessão desta noite, o ministro Arnaldo Versiani elogiou a participação dos políticos e da sociedade em geral na audiência e informou quais as principais sugestões acolhidas e rejeitadas, fornecendo as devidas justificativas.

    O Plebiscito no Pará está previsto para o dia 11 de dezembro deste ano e tem como objetivo consultar todos os eleitores paraenses acerca do desmembramento do Estado. No dia do Plebiscito, os votantes deverão comparecer às suas respectivas seções eleitorais das 8h às 17h, e quem não comparecer terá de justificar a ausência nos 60 dias seguintes ao da votação.

    O resultado da votação será encaminhado pela Justiça Eleitoral ao Congresso Nacional, que terá a palavra final sobre a criação ou não dos Estados. A criação de Tapajós e Carajás depende da edição de lei complementar, conforme a Constituição Federal de 1988.

    Foram acolhidas nas resoluções as seguintes sugestões apresentadas pelos participantes da audiência pública:

    – Estabelecer limite de gastos para cada Frente – R$ 10.000.000,00. O ministro Arnaldo Versiani informou que esse é um valor coerente, por exemplo, com o custo de uma campanha para governador no Estado do Pará, que fica geralmente entre R$ 5 milhões e R$ 8 milhões.

    – Ampliação do horário das inserções das Frentes de 8 horas às 24 horas para o período de 7 horas a 1 da manhã seguinte, respeitado o horário de Brasília.

    – Rodízio entre os plebiscitos para a propaganda gratuita – um dia para as frentes pró e contra a criação de Tapajós e outro dia para as frentes pró e contra a criação de Carajás. A propaganda gratuita referente ao plebiscito durará 20 dias, de 11 de novembro a 7 de dezembro.

    – A propaganda gratuita será veiculada às segundas, terças, quartas e sextas-feiras e sábados. Aos domingos não tem e às quintas serão veiculadas as propagandas político-partidárias normalmente agendadas desde dezembro de 2010.

    – Qualquer eleitor com domicílio eleitoral no Estado do Pará poderá integrar uma das Frentes.

    Abrangência da consulta

    Por maioria de votos, os ministros do TSE rejeitaram a ampliação (para todo o território nacional) ou restrição (somente às populações das regiões que poderão eventualmente se transformar em novos estados) da consulta por entender que ambas as propostas contrariam o artigo 7º da Lei nº 7.909/98 (Lei que regulamenta os Plebiscitos).

    O artigo 7º da lei estabelece que para as “consultas plebiscitárias previstas nos arts. 4º e 5º entende-se por população diretamente interessada tanto a do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento; em caso de fusão ou anexação, tanto a população da área que se quer anexar quanto a da que receberá o acréscimo; e a vontade popular se aferirá pelo percentual que se manifestar em relação ao total da população consultada”.

    Resposta

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