Era uma parada

Ali no local desse tablado que estão construindo era uma parada de ônibus, idêntica a essa da foto 2. Foi um trabalho que não chegou a todos os bairros, mas foi um que chegou a agradar a grande maioria dos moradores, que utilizam transporte coletivo nas principais paradas na região urbana da cidade e algumas, raras, na zona rural.
Foram poucos os construídos, mas foram obras de qualidade, dado os anos que estão em Santarém, e ainda se vê que ainda irão resistir a muitos outros. Pena que os últimos governos que passaram pelo Palácio Jarbas Passarinho não olharam para os usuários do decadente, do ineficiente transporte coletivo.
Acontece que esta parada da Av. Mendonça Furtado, em frente à Escola São Francisco, foi retirada para dar lugar a um “tapume” de uma construção civil. Aí vem à tona uma pergunta: alguém autorizou a retirada da parada? Quem? Se não houve autorização do órgão competente já é muito abuso de quem, na surdina, retirou a parada dos ônibus!.
Abuso dessas pessoas que acham que são donas de Santarém, porque não há presença efetiva do governo, e aí derrubam prédios históricos, e chegam até a dizer que foi o barulho do som da orla, como no caso da antiga Casa Martins, na Praça do Pescador. Destroem praças, como a do Relógio, a Rodrigues dos Santos, Bandeira e Matriz, além de diversos outros imóveis da chamada região histórica de Santarém – Pará.
Quem autorizou, se é que houve permissão por parte do governo, deve ser a mesma pessoa que está dando permissão, fazendo “vista grossa” ou “pegando ponta”, para deixar aquela feira de veículos que se deslocou do Colosso do Tapajós, para o Parque da Cidade, ali estão expondo diariamente, veículos como caminhão, automóvel, trator, carreta, moto, estão até, lanchas, essa feira está dando sinais de se tornar a futura feira do “Acari”, existente no Rio de Janeiro, onde se vendem muitos produtos de procedência duvidosa, além de não pagarem nenhum imposto sobre a transação comercial, ou os “rolos” feitos no parque ali deixando apenas a sujeira, a destruição para os “azuizinhos” limparem, por conta dos contribuintes.
Talvez seja a mesma pessoa que autoriza a instalação dos quiosques, ou tendas, para venda de motos e das construções de calçadas para exposição de veículos, deixando o pedestre andando no meio da rua, ficando exposto à acidentes por veículos automotores.
Pelo menos serve para se saber para onde foi “os restos mortais” da parada pelo menos para que não aconteça com as sacerdotisas gregas, da praça da Matriz e da Bandeira e mais próxima o Relógio que deu lugar para o camelódromo que iria ficar limpo, mas já é a mesma esculhambação de outrora.
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Um comentário em “Era uma parada

  • 14 de fevereiro de 2013 em 14:30
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    Não tem começo,nem meio e nem fim!vai estudar redação.

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