Informe RC

ALTO RISCO

As metas do ministro da Fazenda e do Planejamento é aumentar ou criar impostos para tirar o Brasil do atoleiro, levado pela má gestão da presidente Dilma, avanços a recursos da União, gastos desordenados e a quebradeira da Petrobrás, que colocou o país numa recessão técnica, ocasionando a redução da produção industrial, vendas baixas no comércio, aumento da inflação e desemprego. Por causa do envio para o Congresso do projeto do Orçamento, com déficit de mais de R$30.5 bilhões em 2016, semana passada, uma agência internacional de classificação de risco tirou do Brasil o grau de investimento, uma espécie de selo de bom pagador, espantando investidores de aplicarem dinheiro no país, ocasionando a retirada de dólares e o aumento, na Bolsa de Valores, da moeda americana. O ministro do Planejamento afirma da situação, ano que vem, estar revertida. Mas o competente economista Mailson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, fala, que se não deixarem o Levy trabalhar, dando teco em seus planos e o governo não reduzir o custo da máquina pública e acabar com a roubalheira, vai perder Joaquim Levy, e a retirada do selo pode demorar até 10 anos.

O CERCO SE FECHA. ESTÁ FALTANDO UM

Palavras do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes: “o que temos hoje no Brasil é um sistema estruturado de corrupção”. Só faltou dar o nome do criador e operador da gatunagem. O delegado da Polícia Federal, Josélio Menezes de Sousa, pediu autorização ao ministro Teori Lavaschi, relator das ações da Lava Jato no STF, para ouvir o ex-presidente petista Lula da Silva e outras notórias figuras da legenda, que podem ter sido beneficiadas pelo esquema criminoso em curso do desvio de muitas dezenas de bilhões da, hoje quebrada, Petrobrás, que está sendo apurado pelo Ministério Público Federal do Paraná, sob o comando do juiz federal Sérgio Moro. Na opinião do delegado, o ex-presidente, que mandava e nomeava ex-diretores e presidentes na petroleira, e que está sendo constantemente mencionado por empreiteiros e ex-diretores presos, de saber de tudo o que se passava, com um tesoureiro do PT recebendo comissões nos contratos destinados ao partido, como não tem foro privilegiado, juntamente com outros ex-auxiliares, não tem como o ministro relator da Ação do Petrolão negar o pedido do delegado. Estão chegando perto.

NO BRASIL, TUDO É DIFERENTE

No Egito, dia 12, sábado, o ex-primeiro-ministro e seu governo renunciaram após tomarem conhecimento do presidente, num relatório, não ter aprovado a atuação do Executivo no último período. Na Inglaterra, o chefe do governo, na província britânica da Irlanda do Norte, anunciou sua renúncia e de seus auxiliares, em consequência, do ainda suposto retorno à atividade, do IRA (Movimento Separatista). Em determinados países, pessoas ocupam altas funções públicas para servirem a uma causa séria, não encher os bolsos de dinheiro, como ocorre no Brasil. Não gostam de trabalhar sob suspeição, não têm apego a cargos e salários. As renúncias acontecidas no Egito e na Província da Irlanda do Norte, deviam também acontecer no Brasil, neste momento de crise econômica. Os ocupantes dos ministérios deviam entregar os cargos para a companheira Dilma fazer a sua reforma ministerial.  Mas não. Esse tipo de milagre, no Brasil, não acontece. Alguns ministros próximos a excelência são acusados, diariamente na mídia, de terem pegado dinheiro do assalto do século, o roubo aos cofres da Petrobrás. Não se afastam da função para defender a honra, há muito tempo jogada no ralo. Preferem continuar metendo a mão no alheio, confiantes da impunidade. É por isso que o Brasil está no fundo do poço. Não tem Levy, com pouco tempo, que dê jeito. Só milagre!

GAROTO PROPAGANDA

Envolto na bandeira brasileira durante o show “Brazilian Day”, em Nova York, com mais de 1 milhão de expectadores, o cantor Fábio Jr. detonou, com palavras, a presidente Dilma e seu criador, o ex, Lula da Silva. Falou, o cantante, diante de aplausos: “o que tá escrito na nossa bandeira? Ordem e Progresso. Mas vocês sabem o que está acontecendo no Brasil, né? Desordem e roubalheira, é uma quadrilha. Tenho o maior orgulho de vestir esta bandeira, mas às vezes, tenho vergonha alheia de ver os nossos governantes, todo mundo roubando, todo mundo metendo a mão. E eu querendo ser brasileiro, querendo agradecer onde eu nasci… Dilma, Lula, Zé Dirceu, PMDB, vocês não têm mais o que fazer, não, p*?” “Vocês sabem onde está aquele dedinho da mão que o Lula perdeu, né? No nosso! E dói pra caramba”.  Com um garoto propaganda como o Fábio Jr., a companheira não mais precisa investir em publicidade no exterior, já que não bate com a realidade extravasada pelo cantor.

ATINGINDO OS POBRES

A 7ª economia do mundo, como afirma orgulhosa em seus arroubos oratórios, a companheira Dilma, não tem dinheiro para a Saúde, Saneamento Básico, que salva vidas, Segurança e Educação. Professores e funcionários das universidades federais estão em greve há bastante tempo, com alunos sem estudar, reclamando reajuste de salários, fora outras categorias de servidores, como o INSS. De janeiro a agosto deste ano, mais de 500 mil operários da construção civil ficaram desempregados. A previsão é de até final do ano chegar acima de 1 milhão. Para tentar salvar o orçamento deficitário, o governo resolveu cortar recursos e adiar o lançamento da 3ª etapa do Programa Minha Casa Minha Vida, e o pagamento de próximo a 800 mil beneficiários do Bolsa Família, antes tido como imexível, estão suspensos. A presidente Dilma, com a crise econômica que criou, pela má gestão e surrupiação generalizada, atinge aqueles que não têm culpa: a parte mais pobre da população. Devia cortar ministérios, dispensar os mais de 200 mil funcionários companheiros terceirizados do governo, do que tirar o pão da boca da pobreza.

BACANAL EM PRESIDIOS

O sistema carcerário brasileiro, dado pelos cultores do Direito como falido há décadas, tudo pode acontecer. Vamos lá. O diretor de segurança da Penitenciária Feminina de Sant-Ana, na Zona Norte de São Paulo, foi exonerado na sexta feira (4). As detentas fizeram uma festança, registrada em vídeo, com vasta distribuição de bebidas e drogas até ao amanhecer. Dois dias depois, também registrado em vídeo, mas sem bebida e fora da hora do expediente, um anão (98 cm de altura) deslumbrava as funcionárias de uma delegacia de polícia da capital paulista. Fazia strip-tease só de cueca, em cima de uma mesa, e se jogava no colo de uma funcionária. Diante dos escândalos promovidos, o Departamento de Narcóticos abriu inquérito para apurar o ocorrido no interior da penitenciária e na delegacia, fato já tido como normal. Onde não acontece? Mas é bom acabar.

INVASÕES

O prefeito Alexandre Von (PSDB), que pouco ou nada tem com a coisa, porque apanhou o bonde andando, deve alertar a Caixa Econômica e os responsáveis pela edificação dos conjuntos residenciais do Programa Minha Casa, Minha Vida, de péssimo acabamento, há 4 anos em construção em Santarém, a agilizarem a entrega dos imóveis em condições de habitar os cadastrados, antes que seja tarde, e o governo amargue mais um prejuízo com o falso trunfo eleitoral, como está ocorrendo em todos estados do Brasil. Mas antes da entrega, a empresa de engenharia, que constrói as 3.081 unidades na rodovia Fernando Guilhõn, deve resolver o problema da saída das águas dos futuros residentes, que contribuiu para a poluição e destruição do Lago do Juá. Lideranças de falsos Sem Tetos estão programando para, antes do fim do ano, em dia previamente determinado, invasão de parte das casas do conjunto. Os nomes dos beneficiados estão sendo listados e já passaram de 2000 mil. O Alexandre prestaria um grande serviço a Santarém se proibisse a venda de lotes de terra do início da rodovia (viaduto) até o limite do aeroporto Wilson Fonseca. Mas proibição para ser obedecida. Pelo menos evitava a proliferação de favelas, como já vem ocorrendo.

FRAUDE

Há décadas, os resultados das loterias feitas pela Caixa Econômica têm sido alvo de acusações de serem manipulados. A mais séria celeuma, em relação a premiados, surgiu nos anos 90, quando um deputado federal baiano, acusado de corrupção, justificou ter acertado várias vezes na Megasena, quando, na verdade, com ajuda de funcionários do órgão, que recebiam comissão, comprava dos acertadores o prêmio, para limpar o dinheiro roubado, junto com colegas deputados na manipulação do Orçamento da União. Quarta (9), em 5 estados e no Distrito Federal, a Polícia Federal desbaratou e prendeu membros de uma quadrilha, com sede em Goiânia, especializada em fraudar pagamentos das loterias da Caixa Econômica. Segundo os policiais, o esquema consistia em validar bilhetes falsos da Megasena e outros jogos, por meio de gerentes e servidores, de ganhadores que deixavam de resgatar os prêmios. Os envolvidos na fraude, acima de 80 milhões, foram enquadrados em quase uma dezena de crimes. Vão responder as ações em liberdade. Como a Justiça é lenta e as leis deixam várias brechas a advogados, pode ser eterna.

PRETENSÃO NEGADA

O ex todo poderoso da nação petista, ainda não expulso do partido, ex-chefe da Casa Civil (2003 – 2004), no 1º governo do ex Lula da Silva, réu, ainda cumprindo pena da Ação Penal do Mensalão, e ultimamente preso num presídio em Curitiba por participação no Petrolão, de onde pode sair com várias condenações nas ações que responde, que pode chegar a 50 anos de prisão, o popular José Dirceu continua tendo, pela Justiça, suas pretensões negadas. Início da semana anterior, o Procurador Geral da República encaminhou ao Supremo, com parecer contrário, o pedido de seu advogado, para cumprir pena domiciliar em Brasília, onde residiu na Penitenciária da Papuda, embora a condenação do Mensalão nada tenha a ver com a da Lava Jato. O procurador, em sua negativa, afirmou que Dirceu cometeu crimes mesmo depois de preso. Ruim não ter foro privilegiado como ex-colegas. Político, quando perde privilégio, a desgraça bate à porta, como ocorre com Dirceu.

FICARAM DE FECHAR PORTAS E JANELAS

Parte das prefeituras do Brasil (próximo a 6 mil) não deve pagar o 13º salário a seus servidores. A desculpa dos prefeitos a seus munícipes é da situação difícil que passa o governo federal. Mas não. A culpa cabe aos gestores que não cumprem a Lei de Responsabilidade Fiscal, as orientações dos Tribunais de Contas e terem transformado as prefeituras em cabides de empregos, somada a existência de secretarias desnecessárias para manter uma falsa governabilidade. No Oeste paraense, está cheio delas. Para pagar prefeito, vice, vereadores e a cupinchada, não há problema, não ficam sem receber. Como ir a Brasília é perda de tempo, dia 16, para chamar atenção da população para a situação fabricada pela incompetência, muitas prefeituras ficaram de fechar as portas e janelas Por Um Dia Sem Prefeito (nome dado ao movimento). Muitas, como Alenquer, Belterra, Monte Alegre e Prainha, para o povo, aberta ou fechada, não faz diferença.

ELEIÇÃO SEM MOTIVAÇÃO

As municipais de 2016 (prefeito e vereadores), em Santarém, que devem ser realizadas em um turno, continuam sem motivação e pobre de candidatos. Os empresários ou comerciantes que se lançam, ou deixam lançar seus nomes através das redes sociais, são carentes de votos e desconhecidos dos eleitores, a não ser no meio comercial, no centro da cidade e nas páginas das colunas sociais dos semanários locais, onde posam com semblante de vencedor de um sonho distante de realizar, nem que o mundo vire do avesso. No quadro político do momento, por falta de concorrentes competitivos, o preferencial ainda é o Alexandre Von (PSDB), postulante à reeleição. Mas seria bom que meia dúzia de empresários, que não conhecem as comunidades do interior do município, com fama de ricos, viabilizassem suas candidaturas e gastassem um pouco de dinheiro, perseguindo seu objetivo. Pelo menos os eleitores pobres, que batem de porta em porta em ano eleitoral, tinham onde pedir ajuda e receber, por debaixo dos panos, como nunca deixou de acontecer. Gás, água, luz, tijolos, cimento, telhas e remédios estão caros.

 

ATOS E FATOS

PAÍS POBRE – O programa sucumbiu à crise. O governo da companheira Dilma não tem mais dinheiro para enviar nenhum estudante para o exterior em 2015, no Programa Ciência Sem Fronteiras. Para país, que tem como slogan Brasil, Pátria Educadora, é o fim da picada. – NÃO ACREDITA – Do ministro petista da Justiça ao tomar conhecimento dos ministros da Casa Civil e das Comunicações terem recebido dinheiro ou pixuleco dos cofres da Petrobrás: minha convicção é de que jamais se envolveriam em qualquer tipo de ilícito. Tá. – AFIRMATIVA – De um delator da Operação Lava Jato ao afirmar, em depoimento ao Juiz Federal Sérgio Moro, que pagava propina a políticos do dinheiro desviado dos contratos com a Petrobrás: “mais claro, impossível, doutor, porque eu depositava na conta do Partido dos Trabalhadores”. – LEMBRANDO – Do senador Tarso Jereissati (PSDB-Ceará) a seu colega Lindemberg Farias (PT-RJ): “você está sendo processado porque recebeu dinheiro roubado da Petrobrás”.

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