Estudante da Ufopa desaparecida na Flona Tapajós é encontrada

Brenda Letícia Rodrigues
Brenda Letícia Rodrigues

A estudante Brenda Leticia Rodrigues, de 21 anos, da Universidade Federal Oeste do Pará (Ufopa), que estava desaparecida na Flona Tapajós desde às 16 horas de sexta-feira, dia 1º de abril, foi encontrada por volta das 09:30 da manhã deste sábado (02).
FATOS: Segundo fontes, alunos da Ufopa estavam participando de uma aula prática na área de manejo, no km 72 (Entrada do Jaguarary), no município de Belterra, oeste do Pará. A aluna Bruna Letícia Rodrigues estava participando de aula prática, e por volta das 18 horas seus colegas e professoras deram por sua falta.

Imediatamente várias buscas começaram a ser feitas pelos próprios colegas e professores, mas como começou a ficar escuro, tiveram que acionar a direção da Universidade, que chamou o Exército, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia e outros órgãos de segurança.
Os familiares da estudante estavam preocupados e pediram empenho dos órgãos de segurança e da própria instituição de ensino superior.
Homens do Corpo de Bombeiros e do Exercício fizeram buscas no local até às 24 horas de sexta-feira, mas sem sucesso. Manejadores da COOMFLONA e comunitários da FLONA também ajudam nas buscas, que reiniciaram na manhã deste sábado (02), mas as chuvas atrapalham as buscas, porém, todos estão confiantes que Brenda Rodrigues será encontrada.

ESTUDANTE É ENCONTRADA: Por volta das 09:30 horas deste sábado, a estudante Brenda Letícia Rodrigues, que desapareceu nas matas da Flona Tapajós na tarde de sexta-feira.  Ela caminhou a noite toda pelas matas da Flona e por volta das 09:30 horas deste sábado conseguiu chegar até a Guarita 72 da Flona, onde foi atendida pelas pessoas que estavam de serviço, foi alimentada e imediatamente encaminhada para a Santarém, onde está recebendo atendimento médico. Informações de colegas da faculdade são de que Brenda caminhou bastante, pois do local onde estavam participando da aula prática até a Guarita 72, são muitos quilômetros. “Ela é uma heroína, lutou por sua sobrevivência ao caminhar pela mata no período da noite, sujeita ao perigo, mas conseguiu chegar até o único pronto de referência que tinha”, disse uma colega de turma.

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Fonte: RG 15/O Impacto e Portal Belterra

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