Os Pseudoambientalistas e a sua “intelligentsia superior

Artigo de Fábio Maia.

No artigo anterior, comentei sobre o empreendimento Buruti, que aguarda à anos uma decisão judicial – impetrada pela “intelligentsia” do pensamento ambiental do alto escalão do MP – para que finalmente possa ter continuação de sua obra.

Neste, portanto, comentarei sobre outro empreendimento, que assim como a Buruti encontra-se embargada por uma ação judicial, impetrada pela Fundação Palmares em parceria sabe com quem? Sim! Eles mesmos: Ministério Público!!

A Embraps, é um Terminal de Uso Privado – TUP – que já poderia estar gerando empregos, melhorias de infraestrutura e logística para a sociedade, além de arrecadação ao erário público do município.

O empreendimento, após a conclusão de sua etapa final, estará projetado para receber 189 mil carretas por ano em um pátio de estacionamento às margens da Rodovia BR-163, km 17, que gerará 142 empregos diretos em sua primeira etapa, e 300 em sua fase de conclusão além de mais 2,8 mil empregos indiretos em diversas atividades agregadas ao projeto, devendo injetar mais de R$ 60 milhões de renda na economia local, e arrecadar anualmente R$ 12,95 milhões de impostos municipais, R$ 15,88 milhões de impostos federais e R$ 46,36 milhões de impostos estaduais.

Daí eu pergunto: como estariam as famílias santarenas se já pudessem estar usufruindo da renda desses empregos diretos e indiretos? Quanto desses 13 milhões de reais arrecadados em impostos municipais, poderiam fazer pela cidade através de investimentos da prefeitura? Será que esses 46 milhões de impostos estaduais não poderiam ajudar na conclusão das obras do estado, como ginásio de esportes, estádio, estradas e o Centro de Convenções?
As perdas são algo quase imensurável, mas imagináveis, quando comparamos com os municípios que abraçaram o setor do agronegócio como “um” de seus vetores de desenvolvimento.

O “antiempreendedorismo” em nossa cidade é uma doença dos ressentidos, uma patologia dos invejosos. E a “elite” do funcionalismo público ter se deixado dominar por esse sentimento mesquinho é algo espantoso e preocupante, pois a arrecadação em queda de nosso município, mostra o quanto perniciosa pode ser as sequelas dessa doença.

Quando se acredita cegamente nesse antiempreendedorismo como sendo um instrumento de perfeição e de solução plena e absoluta de todas as questões que envolvem a vida em sociedade – a qual é formada pela interação entre indivíduos com desejos, anseios, vontades e objetivos diferentes – os anseios individuais do cidadão é sobreposto por uma suposta divindade suprema, composta por essa intelligentisia estatal, que julga-se falar em nome das minorias, com uma falsa sensação de superioridade intelectual, onde o individualismo é simplesmente ignorado ou estrategicamente descartado, para que a ideologia cumpra seu “destino histórico”.

Portanto, qualquer posição contraditória àquele “modelo inquestionável” de construção social, e considerada ganância, elitizada, antipobre, retrógrada, contra uma manifestação superior de inteligência.

Essa turma se considera superior aos demais indivíduos da sociedade, como se fossem ungidos celestialmente, prontos para iluminar e conduzir a sociedade, baseada na concepção de pessoas abstratas, que vivem em um mundo abstrato, totalmente descolados da realidade da sociedade em que vivem, onde permitem-se criar seu “mundo ideal”, mesmo que essa realidade esteja à anos luz da realidade dos demais cidadãos.

E quando a realidade abstrata idealizada pelos ungidos intelectuais é aplicada na realidade da “sociedade cobaia”, resulta em mais desigualdade social, miséria, desemprego, piorando a realidade para todos que nela vivem.

A meu ver, essa turma continua exercendo sua influência sobre a sociedade, impondo sua realidade abstrata mesmo após dezenas de erros e exemplos incompatíveis que a própria realidade do dia a dia lhes impõe, devido estarem imunes as consequências trágicas de seus ideais utópicos de sociedade. Eles se furtam à responsabilidade e ao trabalho de aprender os fatos reais sobre pessoas reais, vivendo num mundo real. Realidade essa, que lhes colocariam frontalmente as discrepâncias entre o que a intelligentsia ambiental veem, e o que eles gostariam de ver.

Infelizmente, quando mais um de seus “experimentos sociais” dão errado, eles simplesmente voltam para seu mundo paralelo, culpando o empreendedor por todas as mazelas existentes na sociedade, e logo cuidam de preparar seu próximo ato virtuoso em defesa da sociedade, livres de qualquer culpa ou prejuízo que seus erros anteriores tenham causado, pois estão blindados pela “estabilidade funcional” que o mundo estatal lhes proporciona.
Até quando? Vai depender de quando a população vai entender que quem gera emprego e renda é o empreendedor, e não ambientalistas ou o ministério público… Fonte: RG 15 O Impacto

2 comentários em “Os Pseudoambientalistas e a sua “intelligentsia superior

  • 16 de setembro de 2018 em 00:00
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    SÃO OS TEÓRICOS DE UMA “SOCIEDADE IDEAL”, ONDE NÃO HÁ POBRES, NEM RICOS, NEM LUCROS E NEM PROGRESSO, ONDE O TODO PODEROSO ESTADO E SEUS INTELIGENTES FUNCIONÁRIOS TUDO DECIDEM. A AMBIÇÃO E O TALENTO EMPREENDEDOR SÃO PROIBIDOS…JÁ VIU ESSA HISTÓRIA ANTES? POIS É, TEMOS AÍ O LEGÍTIMO, FRACASSADO E NEFASTO MARXISMO! AINDA VIGORANDO POR AQUI, MUI LAMENTÁVEL !!! QUANTO AOS EMPREGOS QUE SERIAM GERADOS PARA A POPULAÇÃO, É APENAS UM DETALHE, UMA VEZ QUE O GORDO SALÁRIO DELES, 25 MIL, ESTÁ GARANTIDO !

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  • 15 de setembro de 2018 em 16:30
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    Esse texto leva a uma profunda reflexão

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