A LAMA DE BRASÍLIA

Mesmo em recuperação de uma artroplastia do joelho esquerdo, volto para a banca para me solidarizar com meus irmãos brasileiros, quase todos mineiros, que eram funcionários da VALE e produtores, dos mais diversos segmentos, e moradoresque foram vítimas de mais um crime anunciado neste meu País, que até outrora era da impunidade, neste caso da cidade de  Brumadinho, já tem cinco dos (in)responsáveis presos e mais de cem mortos e quase trezentos desaparecidos e milhares, sem teto, sem nada, tudo perdido, motivado pela ganância, pelo lucro fácil pela certeza de quem sabe que não “pega” nada.

Utilizo este texto para alertar nossas autoridades, se assim o considerarem e lerem, porque após o estado de Minas Gerais, o Pará é o Estado que mais tem barreiras do tipo da que “estourou” em Brumadinho, pelos projetos que possui da mesma empresa, em diversas regiões do Pará, inclusive, na nossa.

Santarém não está isenta deste tipo de desastre, porque aqui, já ocorrem todo ano, além do fenômeno das enchentes, do rio Amazonas, o afundamento de barcos, os provocados pelas enxurradas, como ocorreu recentemente, na Nova República, e já ocorreu no Uruará e Maicá, mas na região tem sempre, quase que semanalmente, principalmente, nesta época de inverno amazônico, os desastres nos garimpos do Tapajós, muitos com licenciamentos, graciosos e outros sem licenciamentos, e não divulgam os desmoronamentos de barrancos que sepultam muitos garimpeiros e conseguem ficar no silêncio. Isso sem citar os “acidentes” que surgiram após a implantação do Agronegócio e vem aí mais Portos. Tem gente muito eufórica. Pelo bem de Santarém, será?….

Há três anos, ocorreu o mesmo tipo de “acidente” em MARIANA e até a presente data, a empresa não indenizou ninguém, nem pagou muita que lhe foram aplicadas pelo IBAMA ou outros órgãos ambientalistas do País. Então, fica fácil ser ilegal neste País. Mas no presente caso, pelo menos, o governo central colocou logo as forças armadas e outros setores para prestarem assistência, de imediato, à cidade mineira infelicitada.

Hoje, dia primeiro (não é dia um, como alguns dizem por aí) do mês de fevereiro de 2019, deve-se eleger os novos presidentes da Câmara Federal, do Sendo e do Congresso Nacional, acompanhamos nos últimos dias, ou mesmo deste o final do ano passado os conchavos para esta eleição de hoje, as cartas, no momento em que escrevo, já estão marcadas, e os velhos de Brasília que querem ser eternos, são os responsáveis por esse estado de coisa que o País está passando, eles continuam lendo apenas aquela parte do evangelho de Mateus: “Primeiro os meus”, e adepto do dito popular, “farinha pouca meu “pirão” primeiro”.\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ Fico meio entristecido quando ouço o anúncio do “aquecimento” para o Carnaval PAUXIS em Santarém. Nota 10 para os nossos irmãos “Chupa Osso”, que valorizaram e profissionalizaram o seu carnaval. E Santarém fica nessa de esperar pela Prefeitura, não criam nada. Todo ano é a mesma discussão de local, de ajuda financeira e outras questões pueris. Só resta, então, copiar. Copiaram o Boi de Parintins e agora se dobram ao Carnaval Obidense.\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ A minha Santarém depois de tantas lutas pelos hoje, aposentados, chegou a se tornar uma cidade universitária. Parabéns, temos hoje muitos profissionais no campo do ensino de pesquisa e extensão. Não sei se tem uma resposta, se tiver perdão. Mas até hoje ainda não ouvi uma explicação para justificar o caráter explosivo do PIRACUÍ, que as companhias aéreas insistem em dizer que é, e pronto não levam. Retiram da bagagem dos passageiros mocorongos. Gostaria que os pesquisadores das áreas de química, física e física nuclear, ou outras pudessem explicar para a população. Explosivo que eu conheço que o piracuí é, é quando você come à noite com ovo de galinha cozido. Aí mano tem uns explosivos incômodos, durante à noite. Mas nunca soube que um barco, canoa ou casa incendiasse pela explosão causada pelo Piracuí.\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ Também fico entristecido quando a imprensa esportiva paraense, da capital, insiste em dizer que Santarém é “um celeiro de craques” e não sabe por que está assim no campeonato paraense. Creio que porque os clubes se aliam aos “empresários” dos jogadores e a prata de casa tem que se mandar para Roraima ou Amazonas. Eis aí uma das respostas. E a outra, a fase de preparação de base. Mas é claro, eles ainda não tem empresários.\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ Como Presidente do Fluminense Atlético Clube, quero comunicar aos sócios e frequentadores, que o calendário social do Clube será feito com a minha presença, após o meu retorno para a Pérola, o que deverá ocorrer lá pelo dia 15 de fevereiro, quando deverei ter alta médica. Primeiramente, a sede passará por uma adequação e pinturas. Os eventos que foram anunciados para lá, no início deste mês, não tinham o concordo e a aprovação desta presidência. A partir do dia 15 estaremos prontos e adequados para alugar a nossa sede social para eventos. Telefone (93) 991-76-4472, somente.

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