ESTE ANO NÃO VAI SER IGUAL ÀQUELE QUE PASSOU/EU NÃO BRINQUEI E VOCÊ NÃO BRINCOU

Com estes versos de uma das marchinhas mais famosas do carnaval brasileiro do passado, começo este texto, quando uma polêmica se inicia, como todos os anos, alegando que a economia brasileira, pára durante a folia momesca.

Quem reclama é porque não sabe o que movimenta no carnaval. Até mesmo em um País dito em Cri$e, a verdade é que o consumo e a economia, como o samba “não pode parar”, não pára. Então, veja o esforço do carnavalesco:

Alegorias e adereços, até fantasias prontas, máscaras, confetes e serpentinas, sapatilhas, só para começar.

Entre trabalho do arquiteto, do ferreiro para a armação dos carros alegóricos, fantasias e até mesmo, a roda da saia das baianas e carpinteiros, como já dito para a confecção dos carros que irão levar as fantasias e as demais alegorias, e todo o material  adquirido nas lojas locais que vendem os produtos para a carpintaria, como pregos, buchas  e etc…

Ao seu lado seu vem costureiros, artesões, escultores, músicos, compositores, arranjadores, coral, vocais, bailarinos e, claro, as academias onde prepararão o corpo para os ditos três dias de folia. Tem vaga, para serviços gerais.

As distribuidoras de bebidas não terão o que reclamar, só reclamarão se não se realizarem as populares batalhas de confetes, pelo menos. Além da indústria de abadás, os bares e restaurantes, botequins, botecos, quiosques e biroscas

Há! Os bancos ficarão fechados, mas nestes tempos modernos, se faz qualquer tipo de operação bancária por esse aparelhinho quadradinho, cada vez mais fininho, chamado celular. Têm-se aplicativos para todo tipo de operação bancária, via internet e aplicativos, outras mais simples, através do pagamento nos caixas eletrônicos ou pelas agências de loterias.

Ainda ganham os motoristas de táxi, o vendedor de churrasquinho, e até os motéis ganham uma movimentação mais acentuada, a freqüência aumenta e tem até alguns que precisam distribuir senhas entre os frequentadores para aguardar suas vezes.

Ainda querem mais, senhores empresários, que não movimentam a Associação Comercial, ou outro órgão, para incentivarem o governo municipal e sua secretaria para a organizarem o carnaval.

Convém destacar que a Prefeitura Municipal de Santarém não tem só despesas com  ajuda aos blocos, pois obtém uma relativa arrecadação, na cobrança da taxa de licenciamento provisório, para os vendedores ambulantes, e obviamente a sociedade, é assim, um setor apoiando que arrecada do seu irmão para que efetuem suas vendas ali. E ao lado deles vêm os vendedores de bugigangas, batatinha frita, banana frita, pipoca, algodão doce, o de “doses” e das máscaras caricaturando um político, em “voga”.

Aumentam a venda dos pon–pons para o bloco do FOFÃO. Até a venda do carvão vegetal aumenta bastante, primeiro, para se fazer a pintura nas “Pretinhas D’Ángola”, (famoso bloco folclórico-carnavalesca) e das vendas de churrasquinho e churrascos domiciliares. Tem a Mulata Cheirosa.

 Até as farmácias não ficam de fora do crescimento das vendas, principalmente, de camisinhas, pois, mesmo o tradicional “Bloco da Camisinha”, distribuindo camisinha “grátis”, o consumo vai muito mais além….

Talvez por isso, os empresários, oriundos do “PARÁFOLIA”, e de outros segmentos, se organizaram em Belém do Pará e partiram para a realização do CARNAVAL CIDADE VELHA- que prima pela organização, não só com os abadás, mas, camarotes, com pulseira para os foliões, adquirentes, quem não se enquadrar nas exigências da organização, não entra no corredor da folia. Há uma convivência pacífica entre os moradores e os foliões, só tem a reclamar os ratos que a chuva tem se encarregado de fazê-los sair de suas tocas…..

Como não teremos mais na avenida os blocos: Unidos das Acácias, Fofão, Breguelhegue, Unidos da Saudade, A Pulga, Unidos da Turiano Meira, Unidos da Cruzada, O Boto Cor de Rosa, Império Figueirense; as Escola de Samba, Ases do Samba, Chapeuzinho Vermelho, posteriormente, Os Amigos do Jabá. Só resta contentar-se com os blocos de arrastão, como o Porco Elétrico, a Piriquita e Fogueteira, os Amigos da Serrinha e outros que deverão surgir, nestes últimos dias. Então, só me resta concentrar no Barbosão, porque pelo menos a Fina Flor do Samba não deixa “o samba morrer”.

////////////// Cantar o Hino Nacional Brasileiro, pelos professores e alunos, antes da entrada para a sala de aula, não vejo nenhuma novidade, porque na minha época de estudante já se fazia isso, no Seminário São Pio X, Álvaro Adolfo e Dom Amando, principalmente. E já existe lei para isso. É só cumprir. Sou contra, a divulgação indevida, sem autorização, das imagens e da louvação ao slogam da campanha do atual presidente da República. Como no período do fascismo e no Hitlerismo… Assim procedendo, não podem criticar os anteriores. Estão indo no mesmo caminho….eu hein!!!!

////////////// Após constantes erros em desrespeito à Nossa Língua Pátria, vou comentar, doravante, algumas falhas mais comuns que ouço no cotidiano. CURIOSIDADES GRAMATICAIS:´ OS NOMES NA LÍNGUA PORTUGUESA TERMINADOS EM –EL FAZEM O FEMININO, ACRESCENTADO AO NOME A LETRA  A; EXEMPLO: BACHAREL > BACHARELA; CORONEL > CORONELA. As gírias das categorias, não superam a gramática.

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