NEWS – ATUALIDADES Ed. 1268

CHURRASCOS

Algumas coisas o brasileiro é fanático, o churrasco é uma delas. – Santarém , ou Alter de Chão são lugares ideais para um final de semana, com um bom churrasco. – A primeira coisa a ser definida, é qual tipo de churrasco ? – Carne de gado, de porco, de carneiro, de ave, peixe, ou todos. – Após definir o que vai ser assado, vamos as compras, observando para as carnes, sua coloração, que deverá ser de um vermelho bem vivo, com gordura clara. – Para os peixes, observar se são frescos. – A segunda coisa são os, Temperos: 1º) Vinho Seco, sempre. – Se for Suave, liquidará qualquer essência que colocar.- Não serve. – 2º) Alho : Alem de excelente tempero, é afrodisíaco, afina o sangue, evitando ataques cardíacos, vai bem na carne, no peixe e nas aves. – 3º) Mostarda : somente em assados de forno, no churrasco pode amargar, aconselhável colocar quase no final. – 4º) Pimenta do reino : É a rainha das pimentas como tempero de churrasco.  – Finalmente, assar a 80cm acima do fogo, se assar perto demais, endurecerá a carne, perdendo seu “suco” – Enfim, a melhor dica para o melhor de todos os churrascos, é convidar o Durvalino da Microllins para assar uma costela. – É de enlouquecer até vegetariano !!! – Bom apetite, com moderação.

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ORIGEM DA PALAVRA UAI!

Na Revista do Correio, do jornal Correio Braziliense, de 18 Jan 09, Márcio Cotrim publicou resposta dum pedido, de leitor, sobre a origem da expressão popular dos mineiros UAI: “Segundo o odontólogo Dr. Silvio Carneiro e a professora Dorália Galesso, foi o presidente JK que os incentivou a lhe pesquisar a origem. Depois de exaustiva busca nos anais da Arquidiocese de Diamantina e em antigos arquivos do Estado de MG, Dorália encontrou explicação provavelmente confiável. Os Inconfidentes Mineiros – patriotas – mas considerados subversivos pela Coroa Portuguesa, comunicavam-se através de senhas, pra se protegerem da polícia lusitana. Como conspiravam em porões e sendo quase todos de origem Maçônica,recebiam os companheiros com as três batidas clássicas da Maçonaria nas portas dos esconderijos. Lá dentro, perguntaravam: quem é…E os de fora respondiam: – UAI – as iniciais de “União, Amor e Independência”. Só mediante o uso dessa senha a porta seria aberta aos visitantes. Conjurada a revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as gentes das Alterosas. Os mineiros assumiram a simpática palavra e, a partir de então, a incorporaram ao vocabulário cotidiano, quase tão indispensável como tutu e trem. – Uai, sô…”

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A TRANSFERÊNCIA

Para Minha Amiga Ana: Amiga, conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento.  Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada. Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo!!!!  Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.  Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.  Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim de semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.  Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: ‘U-hum’… Ele mesmo perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: ‘U-hum’. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: ‘U-hum’. Então ele perguntou se eu só sabia falar ‘U-hum’ e eu respondi: ‘Ã-hã’. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem… Ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais. Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo cruzado com uma bomba atômica. Como eu peidava! (Nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: ‘Aí!… – Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão, é muita sacanagem!!!!’ – Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: ‘Dona!!! – É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!’. Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. – Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o “futum” se espalhou. – O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: ‘Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!’ Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido.  Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior.  O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: ‘Meus olhos também estão ardendo’  Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: ‘Ah, é, FDP? Então acabou a respiração cachorrinho.’ Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: ‘Mulher!  Pára de se cagar pelo amor de Deus!!!’. Depois disso, a cada peido meu, ele só chorava. – Chorou como um bebê até sermos resgatados, uma centena de peidos, e quatro horas após. Depois disso, não o vi mais. Pelo que eu soube,…ele está fazendo tratamento psiquiátrico para se curar do trauma, não consegue mais ficar perto de uma mulher novamente sem achar que ela vai se cagar toda!!!. Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro país.  Apague este e-mail depois de ler, tá?  Sua amiga, Ana (ainda em recuperação…Peidando!!!).

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AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM!

Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que? O Anjo mais velho respondeu: “As coisas nem sempre são o que parecem”. Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: “Como você permitiu que isto acontecesse?”. “O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou.” O Anjo mais jovem o acusava. “A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse”. “As coisas nem sempre são o que parecem”, respondeu o anjo mais velho. ‘‘Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede”. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria.”. “Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da  mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. As coisas nem sempre são como parecem.”.

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