Opinião – Edward Luz: A arma mais poderosa dos ONGueiros Ecossocialistas no Brasil

“A imprensa é a arma mais poderosa no nosso Partido” (Joseph Stalin)

A grande mídia esquerdista que já há alguns anos abdicou dasua função de informar, pra difundir a narrativa esquerdista “politicamente correta” deixando um rastro de mentiras e um ponto cego em todo o Brasil

Você que é cidadão brasileiro bem informado já constatou que a grande mídia nacional desde antes das eleições de 2018 joga contra Bolsonaro. Você que é atento e bem informado também já percebeu como a mídia intensificou significativamente os ataques ao Presidente nestes primeiros meses de 2020 apelando para todos os golpes mais baixos, lançando mão de acusações sujas como a saraivada de críticas do vídeo que Bolsonaro divulgou entre seus amigos convidando a população para as manifestações do dia 15 de março. Colocando em perspectiva comparado o destaque deste caso e o destaque do suposto caso extraconjugal da primeira-dama Michelle Bolsonaro constata-se nitidamente a existência de dois tipos de grandes canais midiáticos no Brasil: aqueles “grandes canais nacionais” que ainda se esforçam para manter o respeito, a credibilidade e o renome que adquiriram ao longo das décadas de existência e os outros canais mais novos e recentes cuja a preocupação com respeito e credibilidade passa longe de ser um alvo sequer almejado por estes extremistas.

Os grandes canais da mídia nacional são e merecem ser chamados de “mídia marrom ou vermelha” dada a cor dos fluídos fétidos que geram, já estes canais da internet, mais recentes pagos pela esquerda e dedicados a combater a direita merecem por isto o epíteto de “extrema imprensa”. Os primeiros não se lançam aos golpes baixos e rasteiros do esgoto calunioso em que nada e chafurda a canalhagem esquerdista. Mas dedica-se a desferir golpes mais fortes e melhor elaborados e trabalhados que a “extrema imprensa”. Repare contudo, o leitor, que há um tema em toda grande mídia nacional onde estas duas vertentes midiáticas se unem indistintamente: a forma covarde, rasteira e irresponsável com que tanto a mídia marrom quanto a extrema imprensa valem-se da questão indígena para atacar diária e constantemente qualquer medida, proposta ou iniciativa do Governo Bolsonaro em sua relação com os problemas indígenas. Para constatar este fato sugiro um exercício: tome qualquer matéria, absolutamente qualquer matéria referente à questão indígena no Brasil, como por exemplo o caso da minha detenção pelos agentes do IBAMA em meados de fevereiro. Escolho este exemplo porque, tendo vivenciado todos os fatos que transcorreram comigo, sou o único ou pelo menos a principal testemunha dos fatos que transcorreram antes, durante e após o evento que eu mesmo registrei e que viralizou na internet.Julgo-me, portanto, capaz de revelar toda a verdade referente ao caso, que é muito distinta da versão suja, baixa e vil como que a imprensa tentou vender e impor, promovendo com isto um dos piores, mais fortes, mais engajados e mais tristes episódios de assassinato de reputações dos últimos anos.

Escolho este evento jornalístico, primeiro por ser um exemplo pronto e acabado do alto teor de deturpações e distorções que tanto a grande mídia marrom quanto a extrema esquerda tiveram que se valer para tentar vender a sua versão enviesada dos fatos. Me sinto com o dever ético e moral com os meus clientes, aliados e parceiros de elucidar os fatos desmentindo as distorções e inverdades. Além disto, aproveito o ensejo para o preparo da minha própria defesa, quando passei em revista cuidadosa em todas as matérias e sobretudo das manchetes dos principais jornais, dedicando aos estudos das deturpações midiáticas registras neste caso. De todos os casos, o mais emblemático foi o da Folha de São Paulo que conseguiu bater um recorde próprio amontoando numa única manchete, mentiras e inverdades do que se supunha capaz de fazer. Tudo isto porque, na sede que conseguir “dar o furo à qualquer custo” publicou no mesmo dia a manchete afirmando “Antropólogo bolsonarista tenta impedir trabalho do IBAMA em terra indígena e é preso”. De toda a manchete, só a primeira palavra, que identifica a minha qualificação profissional é verdadeira. Todo o resto estava errôneo, enganoso ou distorcido. Isto porque, sou conservador e de direita, mas não necessariamente bolsonarista, defendendo o Presidente apenas quando entendo que ele acerta. Não tentei impedir de forma alguma o trabalho do IBAMA, mas tão somente fazer cumprir uma ordem ministerial. Não há terra indígena na região, e sim uma área de pretensão indígena que ainda está longe, muito longe de ser demarcada e homologada como tal. E por fim, mas não menos importante eu não fui preso, nem fiquei encarcerado como quis fazer crer a matéria. Identifico esta manchete como uma das principais responsáveis por todas as calúnias propaladas contra mim. Insto porque, tanto os erros, como as inverdades e as distorções dos fatos aumentaram exponencialmente após a sua publicação e à medida que o caso ia sendo divulgado nas últimas duas semanas seguintes não só acumulando-se, mas multiplicando-se em todos os sentidos e canais de comunicação.

Nem naquela semana, nem nas semanas seguintes, qualquer um dos jornalistas da Folha se deu ao trabalho de me perguntar o que realmente aconteceu. Poucos jornalistas vieram me pedir explicações, e somente de canais regionais se dignaram a tentar entender os fatos. Por exemplo, nenhum canal noticiou a minha tentativa de negociação com os representantes do IBAMA. Tão pouco noticiaram a truculência, os desmandos. Nenhum canal da grande mídia se preocupou em noticiar a forma truculenta e descontrolada como os agentes do IBAMA vinham atuando, desde o início do ano, em uma operação cujo objetivo é conter o desmatamento de várias áreas indígenas da região, em especial Ituna-Itatá, que tem 142 mil hectares, considerada a área mais desmatada do Brasil atualmente.

Nenhum grande canal deu espaço suficiente para os assentados de dois assentamentos (Itatá e Lages) na região que têm direito a morar e trabalhar na área. Nenhum canal da extrema imprensa registrou as denúncias de perseguição e de abuso de autoridades pelos fiscais do IBAMA, que continuam incendiado suas casas e deixado duas centenas de famílias desabrigadas, incluindo mulheres e crianças. Na base do conflito está uma dificuldade, muito comum na Amazônia, em identificar a posse legítima de cada pedaço de terra. Chocou ver, portanto, a forma leviana com que todos os canais da “grande mídia” marrom requentaram e repetiram a mesma narrativa mentirosa longamente propaladas pelos canais da extrema imprensa esquerdista já há muitos anos, alguns deles desde 2012. Chocante ver a forma irresponsável como o Morning Show da Jovem Pan, dois programas da Globo News, incluindo o Estúdio i e o Painel e sobretudo o Jornal Nacional, quem diria,cortou e editou o vídeo que eu postei nas minhas redes sociais para tentar desta forma fazer colar ou emplacar a tese inverídica e insustentável que a narrativa politicamente correta os obrigava a vender para o Brasil.

Dando margens à imaginação em conformidade com a linha editorial a mais destrutiva possível os editores e jornalistas dos grandes canais se prestou a serviço de me procurar para checar os fatos e pedir esclarecimentos. Nenhum se prestou ao serviço de checar meus textos ou minhas postagens e ver a minha versão dos fatos. Em face de tudo isto, me cabe apenas reconhecer que a mídia brasileira abdicou há muito seu compromisso com a imparcialidade jornalística informativa e aliou-se ao que há de mais engajado e militante. Jornalistas não correm atrás dos fatos mas atrás de manchetes explosivas. Meu pior evento deste mês de fevereiro não foi a detenção errônea do servidor do IBAMA, mas sim as manipulações difundidas pela extrema imprensa e suas consequências em minha carreira.

Poucos brasileiros realmente entendem a dimensão da luta midiática que se trava pelo controle da opinião pública do país. Mas, a pretexto de explicar minha detenção por um oficial do IBAMA no último dia 16 de fevereiro, toda a mídia nacional um conjunto de distorções para tentar fazer os fatos colarem a uma narrativa politicamente enganosa tentando me descrever como um “Stédile de Bolsonaro”. Nada mais irreal. Joseph Pulitzer, notório jornalista e editor húngaro entendia e cedo alertou para os efeitos deletérios do esquerdismo na sua imprensa nacional. Preocupado denunciava que “com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”. Pois é, este tempo já chegou. Vivemos nestes dias em que uma parcela do nosso povo, ainda que em minoria comporta-se de forma tão cínica, mercenária e vil como nossa imprensa.

É mesmo praticamente incrível perceber o quão arraigado e escravizado encontrasse o país pelo aparato ongueiro esquerdista e globalista.Inaceitável constar de hesitação, omissão, passou da hora de assumir o controle, “governar o governo”. Avaliando estes fatos constato que, como alertava Luís Fernando Veríssimo, em alguns casos, a única coisa verdadeira num jornal é a data.Onde viemos parar?

Por Edward Luz

RG 15 / O Impacto

 

 

2 comentários em “Opinião – Edward Luz: A arma mais poderosa dos ONGueiros Ecossocialistas no Brasil

  • 17 de junho de 2020 em 09:39
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    Égua, além de ser vagabundo expulso do exército ainda é corno?

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  • 8 de março de 2020 em 00:34
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    Parabéns ao autor, vítima de desinformações e notícias distorcidas pela imprensa marrom, sempre em busca de difamar aqueles que ousem romper o circulo de mentiras !

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