População de Aveiro denuncia descaso com cemitério central

Nos quatro cantos da cidade do município de Aveiro, Região Sudoeste do Pará, é generalizada a indignação da população como um todo pela situação de abandono pelo qual está passando o cemitério São João Batista localizado no centro da cidade. Referenciando, por oportuno que, as queixas dos moradores, volta-se, em detrimento de que o descaso é mais uma das inúmeras demandas e pendências, objeto de indignação. De acordo, com vários seguimentos sociais, os poderes: executivo e legislativo deveriam ter mais respeito e sensibilidade para com os mortos. Afinal, no referido lugar estão sepultados seres humanos: crianças, jovens, adultos e idosos. Inclusive, pessoas que dedicaram parte de suas respectivas vidas para servir Aveiro e sua municipalidade. Assim sendo, conforme documento fotográfico materializa-se e comprova a falta de gestão ratificando que: “contra fato não há argumento”. Neste contexto, ou seja, a cerca da veracidade dos fatos, caso contrário, as autoridades inerentes a questão não tomarem as medidas necessárias e plausíveis, São João Batista vai continuar sedo criadouro de mosquitos e animais peçonhentos.
PLACA DA OBRA DO CAIS DE ARRIMO NÃO INDICA NOME DE FIRMA CONSTRUTORA
O projeto de construção do cais de arrimo, em andamento, do município de Aveiro Região Sudoeste do Pará, margem direita do Rio Tapajós é um sonho dos aveirenses durante muito tempo, que já atravessava mais de dois séculos. No tocante, a construção, ressalta que, o empreendimento está sendo executado com verba do Governo Federal, em contra partida da Prefeitura Municipal de Aveiro – PMA. Conforme Placa, sem o nome da Firma que Ganhou o processo licitatório para a execução da obra, o referido Projeto está orçado em R$ 5.750.969,85 (Cinco Milhões, Setecentos e Cinquenta Mil, Novecentos e Sessenta e Nove Reais e Oitenta e Cinco Centavos), valor referente à construção de 900 m de aterro, com compactação em concreto. Destarte, uma vez o projeto em andamento sem a data inicial da construção, conforme placa deverá ser concluído em 360 dias. No ponto de vista crítico, há anos as margens da orla do município, ora referenciado, vinha sendo atingida com o fenômeno das terras caídas. Outra situação, desencadeadora de prejuízos para os moradores das margens do Rio Tapajós, e danos ao meio ambiente, são as maresias provocadas por embarcações. Por isso, mais do que nunca os moradores ansiosamente esperam pela conclusão deste serviço de grande relevância, o qual, oportunizará aos aveirenses evidentemente mais tranquilidade, mais segurança, como também, um novo panorama e visão paisagística para o pacato município. Em resumo, por falta de capricho dos políticos na sua pluralidade, caso o empreendimento não seja de natureza célere, muitas casas já estão em risco iminente de desabar. Se por ventura, vir acontecer um acontecimento fatídico quem será responsabilizado? Pergunta-se!
CHAVEIRANDO – A Constituição Federal – CF em consonância com a Emenda Constitucional n° 45 determina que os pagamentos dos funcionários públicos, Federal, Estadual e Municipal seja pago até o 5° dia útil de cada mês subseqüente. Parece piada não se houve reclamações de atrasos dos funcionários Federais e Estaduais. Em compensação pejorativamente os funcionários municipais sofrem nas mãos de prefeito ímprobos que simplesmente de forma acintosa descumprem o preceito da ética, decência e moralidade. Na especificidade do município de Aveiro, não foge a regra, com a aquiescência da maioria dos vereadores da base aliada, frequentemente os funcionários municipais recebem seus respectivos proventos com atraso. Exemplo dessa afirmação, é que até o fechamento desta edição os trabalhadores estão sem receber o dinheiro sagrado, honesto fruto do suor do rosto.

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