Vídeo – Implantação de usina de gases no HMS possibilita liberação de tanque de oxigênio, que ampliará UTI’s e utilização dos 120 leitos do Hospital de Campanha

O prefeito de Santarém de Santarém, Nélio Aguiar, informou na terça-feira(2), que o Hospital de Campanha de Santarém terá  ampliado o número de UTI’s e a utilização plena dos 120 leitos.

Segundo o chefe do executivo santareno, isso será possível devido a liberação do tanque de oxigênio que abastecia o Hospital Municipal de Santarém, que agora conta com uma usina de gases medicinais própria. Assista:

 

Usina de gases medicinais no HMS

Para ajudar no tratamento de pacientes vítimas da Covid-19, o município ganha a primeira usina de produção de gases medicinais. A estrutura foi entregue pelo prefeito Nélio Aguiar e pela secretária municipal de Saúde, Dayane Lima, na segunda-feira (1º). Ela passa a funcionar no complexo do Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo e será responsável por todo o processamento de Oxigênio para o consumo da unidade de saúde.

A secretária de Saúde, Dayane Lima, ressalta que esta é mais uma estratégia implementada pela saúde pública municipal no combate à pandemia. “Estamos imprimindo todos os esforços contra esta pandemia. Ter uma unidade própria que produz oxigênio é essencial neste momento. Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde continua com suas ações seja no monitoramento ou tratamento da Covid-19”,

O sistema pode produzir 30 m³ de Oxigênio por hora – o que corresponde a 30 mil litros – atendendo simultaneamente até 40 pacientes. “Teremos uma autossuficiência na produção de Oxigênio e redução de custos, porque antes nós comprávamos tanques. Nesse momento de pandemia, esta usina dá autonomia nessa questão, principalmente por conta da dificuldade na aquisição do Oxigênio medicinal e do aumento da demanda por parte dos municípios”, destaca o prefeito Nélio Aguiar.

Após a conclusão dos testes, a usina será interligada na rede do hospital municipal e vai atender, principalmente, a demanda dos pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Esses pacientes precisam de um aporte maior de Oxigênio para funcionar ventiladores e outros equipamentos que utilizamos na UTI. Além da UTI, todos os outros leitos, com pacientes internados, e que precisam realizar oxigenoterapia, também, terão esse suporte. O excedente da produção pode ser usado em cilindros para doentes crônicos, que precisam realizar a oxigenoterapia em domicílio”, explica Nélio.

RG 15 / O Impacto com informações da Agência Santarém

Foto: Bruno Ribeiro

 

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