Operação Laser: Polícia Civil prende suspeito de realizar comércio de diplomas falsos em Altamira

Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (11), a polícia civil cumpriu 4 mandados de busca e apreensão, e um mandado de prisão durante a “Operação Laser” deflagrada em Altamira.

Durante a operação os policias prenderam Frank Wayne da Silva Costa, suspeito de falsificar certificados do ensino médio e de cursos profissionalizantes, Frank confessou à polícia que também chegou a falsificar identidades. O suspeito é funcionário de uma gráfica, local esse onde era usado para a prática criminosa. Frank falsificava os documentos e vendia para interessados a partir de R$ 100,00.

De acordo com a Polícia não há indícios da participação do dono do estabelecimento e nem de outros funcionários da empresa, mas as investigações continuam.

A polícia informou que o caso vem sendo investigado desde 2019, quando em uma operação de combate ao tráfico de drogas os policias encontraram um certificado falsificado, e logo foi aberto um inquérito para investigação.

Duas pessoas suspeitas de adquirem a documentação falsa foram notificadas pela Polícia Civil, um deles já se encontra preso pela prática de outros crimes, já outro suspeito foi ouvido e em seguida liberado.

Foram apreendidos durante a operação 4 celulares, 2 HD e 1 computador, a polícia agora investiga se existe a participação de mais pessoas nos crimes.

O titular da Superintendência Regional do Xingu, delegado Walison Damasceno enfatiza que quem realiza a aquisição de um documento falso, também está cometendo um crime. “Essa pessoa, ela usa esse diploma falso para conseguir um emprego, só que ela ta colocando em risco outras pessoas, porque ela ta usando um certificado [falso], ela ta dizendo que ela tem um curso que na verdade ela não tem”, conclui o delegado.

Fonte: Xingu230 | Com informações de Notícias da Hora

Foto: Reprodução/Noticias da Hora

Um comentário em “Operação Laser: Polícia Civil prende suspeito de realizar comércio de diplomas falsos em Altamira

  • 11 de setembro de 2020 em 17:40
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    Isso é só a ponta do iceberg. Se fizer um pente fino geral na cidade, em tudo que é órgão, vai encontrar muita gente (inclusive autoridades), com diplomas falsos!

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