Artigo – O fim da República de Curitiba na pecha de farsa jurídica

Por Oswaldo Bezerra

No mês de maio de 2017, Moro fez uma pergunta capciosa a Lula. Naquela época Moro era quase uma unanimidade no Brasil. Era o Brasil na Libertadores. Moro perguntou “o senhor não sabia dos desvios da Petrobrás?”. Lula respondeu “ninguém sabia dos desvios da Petrobrás, nem eu, nem a imprensa, nem o senhor, nem o Ministério Público, nem a PF. Nós só ficamos sabendo quando grampearam o Youssef. O ex-juiz da primeira instância retrucou “mas eu não tinha que saber não tinha nada com isso”. Lula então deu o chekmate “tem sim, foi o senhor quem soltou ele”.

Alberto Youssef é um daqueles doleiros que haviam sido presos na maior lavagem de dinheiro do Brasil, o do caso Banestado. Foi solto por Sergio Moro e voltou a cometer o mesmo crime. O personagem comum tanto no escândalo do Banestado quanto na Lava Jato, firmou acordo de delação premiada nas duas ocasiões autorizadas pelo juiz Sérgio Moro.

Alberto Youssef, Dario Messer, entre outros, são doleiros que, segundo a operação controlada pelo Departamento de Estado norte-americano, são os facilitadores da corrupção de políticos e bilionários de outras nações. É a estratégia denominada de “Assassinos Econômicos” demonstrado na obra do ex-agente da CIA, John Perkins.

Esta facilitação para a corrupção, no entanto, é usada para fins de “guerra jurídica”. Segundo a “Dossiecracia de Romulus Maya”, é a maneira como o Departamento de Estado norte-americano mantém políticos e bilionários, de outras nações, sob chantagem.

Tudo veio à tona na operação da Polícia Federal denominada “Spoofing”. Esta operação investiga a interceptação de mensagens de autoridades, dentre eles, o ex-juiz Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Quatro pessoas foram presas pela Operação. Contudo, as mensagens, segundo um representante da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, a dupla incorreu em pelo menos 4 crimes: abuso de autoridade, improbidade administrativa, prevaricação e formação de quadrilha.

Dallagnol cometeu crime a mais quando divulgou o “PowerPoint” fraudulento. O corporativismo da justiça fez com o que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) adiasse por 40 vezes o julgamento deste crime. Punição que poderia ser aplicadas contra o procurador prescreveu.

Diferente do Conselho Nacional do Ministério Público, o STF cedeu à defesa de Lula acesso às mensagens da operação “Spoofing”. Foi como uma bomba em cima da dupla Moro & Dallagnol.

Eles agora tentam a todo custo evitar que as mensagens se tornem provas concretas e não apenas mensagens hakeadas, sem valor jurídico, de todos os crimes que a dupla cometeu. Inclusive é demonstrada nas mensagens a participação de países estrangeiros nos crimes. Crimes estes que levaram o país a maior desindustrialização da história do país, com milhões de empregos perdidos.

Inicialmente a operação direcionada desde o estrangeiro tinha só um objetivo que era entregar o “pré-sal” aos banqueiros internacionais, mas foi muito mais além, se transformou em uma conspiração que derrubou um governo, prendeu um futuro presidente, e destruiu a maior empresa brasileira. Não ficou só por aí. A base de Alacântara foi entregue, nosso maior cientista nuclear, o Almirante Oton, foi preso, o segredo de nossa centrífuga radioativa entregue.

A “lava jato” se tornou canal para o governo dos Estados Unidos ter acesso aos negócios da Petrobras. Um valor de R$ 2,5 bilhões foi desviado do Tesouro para um fundo gerido pelo Ministério Público Federal. Seria para a criação de um partido gerido por Moro e Dallagnol. Em troca do dinheiro, a Petrobras se comprometeu a repassar informações confidenciais sobre seus negócios ao governo norte-americano.

Marcelo Odebrecht afirmou com todas as letras que a derrocada de sua empresa, que foi a segunda maior do país, foi por conta da Lava Jato. Marcelo também confirmou a farsa da operação contra Lula.

Já há provas suficientes para decretar a parcialidade de Moro. Moro praticamente dava ordens à acusação. A República de Curitiba cometeu crime de lesa-pátria em conluio com o Ministério Público e com setores da Polícia Federal. O mais grave de tudo foi o conluio ilegal com entidades internacionais. Assim chegou ao fim a chamada República de Curitiba, desmascarada e confirmada como traidora da pátria. Moro e Dallagnol serão punidos? O Brasil continuará a mercê de novos Sérgio Moro e Dallagnol da vida que com trama e conluio entreguem a soberania do nosso país?

RG 15 / O Impacto

4 comentários em “Artigo – O fim da República de Curitiba na pecha de farsa jurídica

  • 5 de fevereiro de 2021 em 12:48
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    A pergunta é: se já está confirmada a farsa e os crimes de Moro e Dallagnol, esses caras vão ressarcir as empresas quebradas e as milhões de famílias que ficaram sem emprego?

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  • 5 de fevereiro de 2021 em 10:36
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    Só no Brasil, os CRIMINOSOS culpam o JUIZ, por serem julgados , dentro da lei , com todo tipo de protelação possível , pagando os advogados mais caros do país e anda tem cumplices que despejam porcarias ……
    Eu sou criminalista e por varias vezes , discutimos com o juiz e a promotoria os termos do proximo julgamento , é o chamado “deixar o processo pronto para o julgamento”

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  • 5 de fevereiro de 2021 em 10:00
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    O maior criminoso do Brasil de todos os tempos é sem dúvida o ex-juiz Sérgio Moro, um homem sem escrúpulos e capaz de tudo para dar asas a sua infinita vaidade.

    Suas ações – de Sérgio Moro – foram cruciais para acabar com empresas e reputações, tudo em nome de uma moralidade que passa longe do caráter desse senhor arrogante e prepotente que depois que quebrou uma das maiores empresas do país foi trabalhar lá – ganhando milhões – para ensinar os funcionários a terem uma moralidade que ele próprio não sabe nem onde começa.

    Que se prendesse os corruptos e corruptores, mas, que se buscasse preservar as empresas, como é feito nos EUA de onde vinham as ordens para Moro acabar com o Brasil.

    Fica cada dia mais claro que Moro só tinha um propósito, ou seja, o propósito de se dar bem, de ganhar com suas ações mirabolantes e pirotécnicos e não importava se o Brasil quebrasse, se milhares de pais de famílias honestos ficassem sem seus empregos.

    Que este bandido lesa-pátria seja punido exemplarmente para que ninguém mais ouse cometer os mesmos crimes cometidos por este hipócrita.

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  • 5 de fevereiro de 2021 em 09:06
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    Pronto, agora a esquerdalha tentando transformar ratões PTralha$ em vítimas, a Justiça é a culpada !!!

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