Orgias em plena escuridão do lockdown no Lago Verde de Alter do Chão

Segundo denúncia que chegou à redação do Jornal O Impacto, durante esta noite, passando pela madrugada até o amanhecer, os moradores do Lago Verde, em Alter do Chão, não puderam ter sossego por conta do barulho ocasionado por uma lancha ou balsa que, protegida pela escuridão do lago, atrapalhava o sono dos habitantes com um “som muito louco”. A música alta era ensurdecedora e quebrava o encanto e a calmaria da vila, que deveria estar quieta e sonolenta, principalmente porque Santarém está em lockdown por conta da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a pessoa que fez a reclamação, os desordeiros aproveitam a tranquilidade de Alter do Chão aliada com a falta de policias para não obedecerem ao decreto de isolamento e ficarem no meio do Lago Verde fazendo só Deus sabe o que.

“É impossível dormir. É já é o segundo final de semana que eles fazem essa desordem ao decreto das autoridades”.

Os moradores do Lago Verde querem saber para quem devem pedir socorro, pois além da arruaça provocada esses desordeiros também estão desobedecendo ao lockdown. E, se nada continuar a se feito, isso continuará acontecendo e muita gente doente e cansada não vai poder mais descansar durante a noite.

“Se a Marinha/Polícia/Bombeiros chegarem cedo em Alter irão flagrar esses desordeiros ancorados na ilha do meio, em frente à cidade, ou na ilha do Amor, todos dormindo embriagados descansando pra continuar a farra nas águas do Lago Verde onde não tem policiamento”.

É pedido também para que as autoridades possam fazer fiscalizações em Alter do Chão para combater o consumo de drogas no local, pois algumas pessoas as consomem no meio da praça, sem que nada até agora tenha sido feito para que isso não mais ocorra.

Por Thays Cunha
RG 15 / O Impacto

Um comentário em “Orgias em plena escuridão do lockdown no Lago Verde de Alter do Chão

  • 14 de fevereiro de 2021 em 11:05
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    Esse é um problema sem fim. Por trás disso está a aquisição de aparelhos de sons potentes que são vendidos ao mercado livremente. A instalação desses aparelhos em automóveis, por exemplo, deveriam ser reguladas e proibidas. O som de um automóvel nunca deveria passar de uma potência adequada à sua cabine.

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