Artigo – Especialistas afirmam que pandemias ainda mais mortais virão

Por Oswaldo Bezerra

Nem bem nos livramos da pandemia do Covid-19, ainda estamos bem atolados nela, outra epidemia ganha força. O que é muito preocupante, já que nossas autoridades estão tão perdidas na condução nesta pandemia, que as pessoas que foram regatadas de Wuhan, hoje se arrependem de terem saído da China.

A nova epidemia já é bem conhecida, se trata do Ebola. Pessoas estão começando a morrer. Portanto, devemos nos preocupar? O Ebola foi identificado pela primeira vez no leste do Congo. Foi declarada epidemia na Guiné, na África Ocidental.

Até agora, quatro pessoas morreram e mais vítimas estão sendo tratadas. Estas são as primeiras mortes de Ebola na Guiné desde o terrível surto que terminou em 2016.

As autoridades da saúde global estão correndo para conter esta nova “epidemia”, porque haveria graves consequências se um surto de Ebola saísse do controle. A taxa média de mortalidade durante um surto de ebola é bem maior que a Covid-19, chega a 50%”.

Ebola, também conhecido como doença do vírus Ebola (DVE) ou febre hemorrágica do Ebola (FHE). É uma febre hemorrágica viral de humanos causada por ebolavírus.

Os sinais e sintomas geralmente começam entre dois dias e três semanas após contrair o vírus com febre, dor de garganta, dor muscular e dores de cabeça. Ocorre também Vômito, diarreia e erupção cutânea geralmente ocorrem, junto com a diminuição da função hepática e renal. Há relatos de pessoas que começam a sangrar tanto interna quanto externamente.

A doença apresenta um alto risco de morte, matando 25% a 90% dos infectados, com uma média de 50%. Geralmente, isso ocorre devido à baixa pressão arterial devido à perda de fluidos com 6 a 16 dias após o aparecimento dos sintomas.

Uma vez que se espalha em uma área, o Ebola pode ser um pesadelo absoluto para as autoridades de saúde. É por isso que a epidemia na Guiné está sendo levada tão a sério.

Na manhã desta última segunda-feira, uma quarta vítima morreu na Guiné e outras quatro estão sendo tratadas em um centro de isolamento. Pelo menos sete das pessoas que contraíram o vírus compareceram ao funeral de uma enfermeira em Goueke, uma cidade perto da fronteira com a Libéria, no dia 1º de fevereiro, informou o governo no domingo.

Em 2016, o surto infectou mais de 28.000 pessoas e causou 11.000 mortes na África Ocidental. Desta vez as autoridades tentam superar este surto cedo o suficiente para poder contê-lo. É de se estranhar que a nova epidemia na Guiné vem logo em seguida de um novo surto no leste do Congo. A Guiné e o Congo não fazem fronteira. Portanto, são dois surtos de Ebola ao mesmo tempo, em duas regiões distantes do continente.

Pelo menos existe uma boa notícia. O Ebola não se espalha facilmente de pessoa para pessoa, e as autoridades de saúde global já têm prática em conter este surto .

O ebola também não parece se encaixar no perfil do tipo de pandemia global assassina. Há alguns anos, os russos desenvolveram uma vacina contra o Ebola. As grandes farmacêuticas também criaram tratamentos que algum sucesso em prolongar temporariamente a vida dos pacientes com o Ebola.

Uma pandemia global de Ebola, mesmo com todos os avanços, faria a Covid-19 parecer uma gripezinha. A taxa de mortalidade ainda seria extremamente alta.

Surtos de doenças acontecem o tempo todo, e muito poucos desses surtos se transformam em verdadeiras pandemias globais. No entanto, os especialistas garantem que é apenas uma questão de tempo até que apareça uma pandemia mortal muito pior do que a que vivemos hoje.

RG 15 / O Impacto

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