Puxão de orelha

Por Me. José Ronaldo Dias Campos

Como santareno de nascimento e de coração, cultor da nossa história, não posso me calar diante da insólita decisão de mudar o nome do Parque da Cidade para homenagear politicamente um ex-vice-prefeito de Belém, sob qualquer pretexto, em flagrante desconsideração à memória de ilustres personalidades locais que, com mérito, permanecem vivas no coração do povo tapajônico.

O prefeito e a Câmara Municipal, antes de deliberar sobre tão significativa alteração, deveriam ter recorrido — por dever de respeito institucional e sensibilidade histórica — ao parecer do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTap) e da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS).

Deixo aqui o meu veemente protesto e o alerta: decisões que ignoram a identidade local desfiguram o passado e comprometem o futuro.

Se é pra piorar, melhor deixar como está: Parque da Cidade. E ponto final. Não precisa mais que isso.

O Impacto

5 comentários em “Puxão de orelha

  • 3 de julho de 2025 em 07:51
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    Parque da cidade “Manoel Maria “. Uma bela homenagem ao nosso jogador de futebol pmais famoso .

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  • 2 de julho de 2025 em 19:45
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    Se for pra piorar, melhor deixar como está: Parque da Cidade. E ponto final. Não precisa mais que isso.

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  • 2 de julho de 2025 em 09:17
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    Não faz o menor sentido uma atitude dessa do Poder Executivo e e mais ainda, a unanimidade de votos expressada pelo Poder Legislatico (vereadores que dizem representar a população), é um desrespeito a tantos cidadãos ilustres, que já se foram e que merecem serem homenageados, fiquem certos, lembraremos disso no próximo pleito.

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  • 2 de julho de 2025 em 08:16
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    Mais um desses absurdos equivalente ao que o ex-prefeito fez com a praça Rodrigues dos Santos. Isto mostra a total subserviência de nossos políticos que não conseguem respeitar a vontade popular expressa no plebiscito de 2011. Enquanto não houver este respeito e reconhecimento ao povo do Tapajós , eles de lá continuarão a fazer o mesmo de sempre. Basta

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    • 2 de julho de 2025 em 09:57
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      Sem noção! Lamentável!
      Concordo com o que o dr expôs
      Jorge Serique

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