Bocão Ed. 1.574
PERIGO NO ÔNIBUS
Chegou até a coluna uma mensagem de indignação e revolta. O leitor faz o alerta às autoridades, especialmente à SMT e o Detran. “Sabemos que o problema no transporte coletivo de nossa cidade é histórico. Finalmente houve a licitação e três empresas têm a concessão das linhas”.
PERIGO NO ÔNIBUS 2
“No entanto, pouca coisa, ou nada melhorou. No último final de semana, estava com famílias de outra cidade que vieram passar férias, e resolvemos ir a Alter do Chão. O que deveria ser um momento de alegria e descontração, se tornou de frustação e medo. Horas na parada de ônibus, e quando conseguimos embarcar, o ônibus superlotado. Note que falo superlotado, e não apenas lotado”.
PERIGO NO ÔNIBUS 3
Na estrada, o motorista feito um loco, em alta velocidade, percorrendo curvas nos extremos e, às vezes, invadindo a contramão. Meus filhos ficaram apavorados, tornando a experiência um verdadeiro trauma. E se um pneu estoura ou a direção quebra? A tragédia é certa! A volta foi outra labuta. Antes de subir no ônibus é uma desorganização total. Para garantir lugar, os passageiros se empurram”.
PERIGO NO ÔNIBUS 4
“Os prioritários, como idosos, precisam se aventurar, correndo o risco de um acidente. Então, o meu desabafo, acima de tudo, é para que as autoridades, especialmente a SMT, Detran e o Ministério Público possam tomar uma providência antes que uma tragédia aconteça”.
PERIGO NO ÔNIBUS 5
“A SMT tem que fiscalizar de forma permanente. Se ela tem como manter, por exemplo, agentes de trânsito no Aeroporto, por que não pode manter uma equipe para fiscalizar o transporte coletivo de forma contundente? E no caso para Alter, intensificar o combate às irregularidades? Eu não entendo o caso do Detran. Por que nas blitzes não são realizadas as fiscalizações dos ônibus, que certamente estão em superlotação?”
PERIGO NO ÔNIBUS 6
“Então, depois desse alerta, que as autoridades santarenas que parecem não querer enxergar a realidade, tomem conhecimento do que está acontecendo. Caso não façam algo para resolver, lavando as mãos, estão cientes de que serão responsáveis pela negligência que expõe pessoas à riscos, consequentemente, à uma tragédia, que pode ser evitada, caso cumpram a lei e ajam firmes”.
OSTENTAÇÃO
O TST negou, por unanimidade, a liberação do passaporte de um empresário com dívida trabalhista de R$ 41 mil. O credor, um vigilante, provas de que o devedor participa de torneios de golfe, consome champanhe e ostenta carros de luxo, apesar de alegar insolvência. O vigilante ajuizou a ação contra a empresa de segurança e a Associação dos Moradores, e a empresa foi condenada a pagar as parcelas pedidas. Desde 2018, contudo, as tentativas de encontrar bens da empresa e de seus sócios foram infrutíferas. O vigilante, então, requereu, uma medida executiva atípica: a apreensão de passaporte e carteira de habilitação do empresário.
OSTENTAÇÃO 2
No pedido, ele anexou imagens e disse que, consultando o Google, constatou que o empresário há pouco tempo realizava torneios de golf no Golf Club de São Paulo com a participação de locutores conhecidos, “bebendo champanhe e ostentando Ferraris, mas curiosamente não possui ‘1 real’ em sua conta bancária passível de bloqueio”. A medida foi deferida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. No habeas corpus, o devedor alegou que a retenção do passaporte comprometia seu direito de ir e vir, especialmente por ter uma filha menor que vive e estuda nos Estados Unidos.
OSTENTAÇÃO 3
O relator, ministro Vieira de Melo Filho, reconheceu o cabimento do habeas corpus para discutir a medida, por envolver restrição à locomoção, mas manteve a apreensão. Para Vieira de Mello, a execução deve atender ao interesse do credor, inclusive por meio de medidas não previstas expressamente na lei. Essas medidas, no entanto, exigem o esgotamento dos meios ordinários de cobrança, o que foi confirmado no processo. Na avaliação do relator, há elementos suficientes que indicam blindagem e ocultação patrimonial, considerando o estilo de vida luxuoso do devedor. A alegação de que mantém a filha estudando no exterior apenas reforça a suspeita de que ele dispõe de recursos. (fonte: TST)
URUBU DA CÂMARA
Dr. Piroga decidiu investigar os tipos de vereadores para alertar os eleitores e, para ir além, ele acionou o Repórter Dominó para estar de “olho no lance” e trazer o furo de reportagem. A primeira ave rara a aparecer no radar foi o temido: Político Urubu.
URUBU DA CÂMARA 2
Lembrando que urubu é ave de rapina. Vive rodeando carniça, mas só aparece quando sente cheiro de resto. Pois é… a vida imita o bico. Esta semana, a Coluna recebeu informação de uma movimentação suspeita nos ares da política local. Dizem que um certo vereador andou dando rasantes em obras paradas, emendas alheias e reuniões cheias de discórdia. E como bons caçadores de treta, fomos investigar.
URUBU DA CÂMARA 3
A “Rádio Cipó da Esquina do Peixe” foi certeira: apelidou o ilustre de Urubu das Emendas. Ele sobrevoa qualquer crise, pousa na confusão e bica qualquer projeto abandonado. Fala que é defensor do povo, mas só aparece quando sente o cheiro de carniça eleitoral.
URUBU DA CÂMARA 4
Nosso correspondente investigativo (que conhece mais bastidor do que assessor veterano) seguiu os rastros do Urubu. Resultado: emendas caroneiras, selfie em obra que nem é dele e discurso inflamado em cima de palanque de outro colega. Tudo com direito a vídeo com música épica. Ele não propõe. Ele espera. Quando sobra uma intriga, uma polêmica ou um escândalo, lá está o Urubu, bicando o que pode. Não tem planejamento, não tem projeto, mas tem faro apurado pra onde tem palanque ou treta.
URUBU DA CÂMARA 5
Consultamos os mestres do Xibé do Mercadão. Um deles resumiu: “Esse aí não é legislador. É carniceiro de plenário. Só atua quando o cadáver já tá gelado”. Segundo nota da assessoria do ilustre, tudo é “comprometimento com o povo”. O Repórter Dominó, claro, traduziu: “comprometimento em tirar casquinha até de batizado ou velório”.
URUBU DA CÂMARA 6
Em Santarém, tem vereador que planta, colhe e distribui. Outros só chegam pra catar o que caiu do caminhão. Urubu não constrói ninho, só espera o defunto. Nota do Editor: Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Ou é só instinto.
ASTRONAUTA EM MISSÃO
O segundo espécime da galeria é o famoso: Astronauta da Câmara. Para os terráqueos de plantão: astronauta vive no espaço, longe da realidade, com fala difícil, ar distante e movimentos controlados por base externa. Pois é… na política, também tem.
ASTRONAUTA EM MISSÃO 2
Nos corredores da Câmara, quando a pauta é buraco na rua ou falta de água, o sujeito solta: “Precisamos pensar políticas públicas sustentáveis e geoestratégicas com horizonte multitemporal”. O povo pede coleta de lixo e ele devolve um estudo sobre lixo espacial.
ASTRONAUTA EM MISSÃO 3
A Rádio Cipó batizou sem pena: “Vereador Astronauta”. Veste terno como se fosse traje espacial, fala difícil, pisa com cuidado, como se a qualquer momento a gravidade falhasse. Mas o principal: vive em órbita, desconectado da realidade. Precisa de foguete (leia-se: padrinho político, verba externa ou influência) pra sair do lugar.
ASTRONAUTA EM MISSÃO 4
Nosso enviado investigativo, que entende de gravidade política melhor que físico da NASA, acompanhou o Astronauta por uma semana. Descobriu que o homem só funciona com combustível externo: evento com mídia, reunião com figurão ou café com governador.
ASTRONAUTA EM MISSÃO 5
O Astronauta não tem base eleitoral, tem estação orbital: aparece girando em torno de partidos, de coligações e de eventos sofisticados, sempre mantendo distância segura do povo e dos problemas. Só desce quando tem holofote — ou quando mandam.
ASTRONAUTA EM MISSÃO 6
Na orla, entre uma cerveja e outra, os mestres do Bar do Jacaré disseram: “Esse aí não é político. É satélite caro, só serve pra girar e filmar bonito lá de cima”. A assessoria divulgou nota dizendo que ele está “acima da média, pensando no futuro de Santarém em perspectiva global”. O povo da feira entendeu: tá viajando mesmo!
ASTRONAUTA EM MISSÃO 7
Político que vive no espaço esquece que o povo pisa no barro. E quem precisa de foguete pra fazer o básico… não merece ser reeleito nem pra síndico de condomínio. Nota do Editor: Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Ou é gravidade seletiva.
Por Baía



Equatorial faz fiscalização de gato em todos os bairros pois não é certo vc pagar e tem casa que passar o dia inteiro com as luzes acesa e central ligado a pessoa diz que deve bastante mais de dez mil quando cortam ela manda liga eu já estou achando tem algum funcionário que vai receber alguma coisa todo mês este caso é um bairro ante de chegar mararu.
está previsto uma invasão no órgão INCRA para dia 11/08/25 com vários agricultores de vários projetos de assentamento e só vão sair com solução pois de boca já estão cheio.
no nosso país só consegue alguma se for deste jeito invadindo para poder ter resultado pois este órgão não está fazendo nada por nós eu sou um agricultor há muito tempo.