Lula realmente ganhou as eleições de 2022 ou o TSE decidiu?

Por Carlos Augusto Mota Lima – Advogado Criminalista

Para a grande maioria dos brasileiros, ainda paira dúvida sobre o resultado das eleições de 2022. Não há quem olvide sobre esse tema.

Por quê? Porque o processo eleitoral foi contaminado pelo TSE e STF. Isso ocorreu devido à conduta irresponsável e político-partidária do ministro Edson Fachin, ao “descondenar” Lula, anulando seus processos sob o tosco e devasso argumento de incompetência do juízo.

Sem entrar no mérito, qualquer cidadão comum, com apenas dois neurônios, sabe que esse argumento não encontra respaldo em nenhuma legislação penal — exceto em países autoritários. Portanto, a conduta do ministro não possui valor jurídico e seria suficiente para justificar seu afastamento por grave violação à Constituição e às leis. Mas nada aconteceu.

O nosso erro primário foi o silêncio: do povo brasileiro, do Congresso Nacional, da imprensa e dos meios de comunicação em geral — salvo raras exceções. Aliado a isso, ainda persiste a falsa percepção de que o STF é formado por “semi-deuses”. Basta assistir ao plenário e ver funcionários correndo para puxar cadeiras para que os “deuses” se sentem.

O STF, embora seja parte do Judiciário, foi elevado à condição de Poder da República. Mesmo assim, deve obediência às regras constitucionais, mantendo equilíbrio entre os demais poderes. Porém, o que se vê é o avanço sistemático sobre Executivo e Legislativo, numa clara usurpação, sem reação. Isso levou à total insegurança jurídica no país.

A construção desse Estado autoritário começou quando Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e antigo militante do PCB, corrompeu o texto constitucional no Congresso durante o impeachment de Dilma. Ao decretar seu afastamento, manteve seus direitos políticos, o que é impossível à luz da Carta Magna. Nesse ato simbólico, morreu a Democracia e sobreviveu a Tirania.

A Constituição corrompida abriu caminho para que Fachin, amigo de Lula e militante de extrema esquerda, anulasse não só sua própria decisão, mas a de todos os seus pares, declarando nulos os processos de Lula por suposto erro no CPF — argumento tão absurdo que dispensa comentários.

Diante da inércia dos poderes, surgiu a impressão de conluio. A partir daí, Lula foi “inocentado” e tornou-se elegível. A Lei da Ficha Limpa foi jogada na lixeira da história.

Com as portas abertas, tropas de elite ideológicas ocuparam posições estratégicas: Forças Armadas, TSE, STF, CGU, universidades, imprensa, redes sociais, Congresso, MPF, STJ e ONGs internacionais. Artistas de renome foram cooptados. O objetivo era único: defender Lula e destruir o oponente.

O inimigo? Jair Messias Bolsonaro.

Sem armas e sem recursos, Bolsonaro avançava com apoio do povo. Isso assustou a esquerda. Então surgiu Adélio Bispo, que, de forma covarde, o atacou com uma facada. A expectativa era que o líder morresse e o caminho ficasse livre para Lula. Mas não morreu. Pelo contrário, cresceu na percepção popular.

A investigação foi conduzida de forma a ocultar mandantes, com o STF negando perícias essenciais. Tudo caiu no esquecimento, menos para o próprio Bolsonaro, que seguiu na luta.

O plano B entrou em ação. Durante a campanha, o TSE se aliou abertamente a Lula, permitindo até a censura sob o pretexto de “salvar a democracia” do “terrível fascista” Bolsonaro.

O esforço era transformar o ex-presidiário em herói nacional, símbolo de resistência contra um juiz “tirano” — Sérgio Moro. Tentaram fazê-lo de “Mandela brasileiro”. Não funcionou. Ainda assim, a eleição terminou com a vitória contestada até hoje.

Não é razoável imaginar que alguém recém-saído da prisão, com alta rejeição popular, tenha vencido um adversário que até hoje arrasta multidões. Nenhum dos órgãos envolvidos consegue explicar isso.

Diante dessa parcialidade, formou-se no imaginário popular o “benefício da dúvida”. Nasceu um governo rejeitado, presidido por um condenado com ficha limpa por obra de seus aliados no Judiciário.

O STF blindou Lula, que passou a se aliar a regimes autoritários e a viajar pelo mundo atacando líderes de países democráticos. Declarou que “qualquer coisa, menos democracia” e que “o pobre que cresce não vota no PT” — confissão de que administra a miséria para fins políticos.

Quer controlar as redes sociais à moda da Coreia do Norte e China. Orquestrou o 8 de janeiro, criando a narrativa de tentativa de golpe.

Lula é frio, calculista, vingativo. Sua esquerda busca destruir a economia e justiça, dividindo o povo e criando dependência de bolsas sociais. O colapso é iminente.

Só os mentalmente doentes aplaudem Lula, que tenta se passar por estadista, mas não engana ninguém. Magoado por não ser chamado de “Mito”, manipula dados, aposta na reeleição e já afirmou que “político tem que mentir e roubar”.

Então, a pergunta que não quer calar: Lula realmente ganhou as eleições de 2022 ou o TSE decidiu?

Essa resposta está próxima. As máscaras caem, e os protagonistas desse teatro político terão que prestar contas ao povo brasileiro.

Nota sobre o Autor:

É Advogado regularmente inscrito na OAB/PA sob o nº 4725, Professor de Direito Penal com Pós-Graduação em Ciências Penais com Extensão ao Magistério Superior, Pós-Graduação em Direito Constitucional, Pós-Graduação Lato Sensu (MBA) pela Faculdade Cândido Mendes – RJ em Segurança Pública, Pós-Graduação Lato Sensu pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS – em Segurança Pública, ex-delegado de Polícia Civil e ex-defensor Público.

2 comentários em “Lula realmente ganhou as eleições de 2022 ou o TSE decidiu?

  • 12 de agosto de 2025 em 17:00
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    Depois de ler esse chororô, faço um questionamento ao “nobre doutor”. Será que o TRE e TSE fraudaram as urnas em todas as vezes que o bozo e os filhotes dele se elegeram ? Até o hacker que a Carla zambelli contratou para invadir o sistema da justiça, não conseguiu fraudar as urnas eletrônicas. Essa direita que o colunista tanto defende, é mais torta que arco, mais enrolada que carretel de linha e mais pilantra que todos aqueles que estão nos presídios.

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  • 12 de agosto de 2025 em 11:38
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    Texto muito bom, que levanta questionamentos sobre o fato. Não resta a menor dúvida (para quem não é doutrinado ideologicamente) que há algo muito errado nessa história toda, quando eles (STF, TSE) afirmam que a urna é inviolável, pode ser que tenham razão, mas, porque ela é sagrada? porque não se pode discutir o assunto ? porque não querem um simples recibo que toda maquininha emite para provar que foi pago e recebido corretamente ? realmente ela deve ser a prova de invasão, mas não a prova de “programação”, no meu caso, minha dúvida paira ai.

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