BOCÃO ED. 1.589
FALSO ÍNDIO
A coluna recebeu mensagem de um morador de Alter do Chão, que está preocupado com os Índios verdadeiros. Segundo a mensagem, tem gente se passando por índio que veio do estado do Amazonas. Era bom que já estivesse uma equipe da FUNAI para fiscalizar e submeter essas pessoas à verificação da originalidade para saber se realmente essas pessoas são índios.
FALSO ÍNDIO 2
A FUNAI (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) tem um papel importante na verificação e reconhecimento da identidade indígena, mas a forma como isso é feito tem sido objeto de mudanças e debates. Tradicionalmente, o reconhecimento da identidade baseia-se primariamente na autodeclaração da pessoa e na sua identificação e reconhecimento por sua comunidade ou grupo étnico.
DUPLA VISITA NA MELANCIA
A coluna recebeu mensagem de um leitor reclamando do procedimento das autoridades que passamos a publicar: Tem tanta coisa para se preocuparem, vão atacar os pobres que sobrevivem do plantio de melancia nas várzeas. Muitos estão cheirando cola, maconheiros no mercadão, nas praças e até na praça de Alter do Chão que ficam desrespeitando famílias de bem e ninguém faz nada.
DUPLA VISITA NA MELANCIA 2
Acho que as melancias deveriam ser compradas pelo poder público para distribuir as famílias carentes, ou indenizar as pessoas que foram atingidas e não promover apreensão e, afinal, levaram pra onde? Essas pessoas investiram na compra dessas melancias e agora, como fica o porquinho do capital investido?
DUPLA VISITA NA MELANCIA 3
Essas pessoas assumiram os prejuízos, enquanto, deveriam ter sido orientadas, cadê a dupla visita? Uma para orientar, e se não seguissem a orientação, na segunda visita, apreensão seria feita. Nada disso aconteceu, chegou e levou.
TRANSPORTUÁRIA ESQUECIDA
A via Transportuária no distrito de Miritituba, em Itaituba, é uma das mais importantes do Norte, que escoa fertilizante e exporta grãos. O trecho frequentemente fica com fluxo grande de caminhões e carretas, resultando em quilômetros de congestionamento. Mas os problemas relatados por moradores são ainda maiores, os riscos de deslizamento em tempos de chuva, buracos e a ‘cortina’ de poeira.
TRANSPORTUÁRIA ESQUECIDA 2
Contudo, a pergunta que não quer calar: “Porque até hoje uma das vias mais importantes do NORTE não recebeu asfalto?”. Ela é a grande aliada do transporte de mercadorias da região para o resto do país. Mas o que se nota é que caiu no esquecimento, passa ano e entra ano, nada muda!
TRANSPORTUÁRIA ESQUECIDA 3
Em dias quentes, a poeira sobe e prejudica a visibilidade de motoristas, causando riscos de acidentes aqueles que trafegam enfileirados, fora a saúde respiratória desses profissionais e de moradores nas proximidades que fica comprometida. Além de que, o tipo de solo e os buracos em tempos chuvosos deslizam os veículos de grande porte, alguns ficam até atolados por dias, causando prejuízos econômicos a quem produz e aqueles que estão no ‘caminho do meio’, levando os produtos às famílias brasileiras.
UNIMED CALOTEIRA
Uma usuária da UNIMED encaminhou mensagem para a coluna. Venho denunciar o descumprimento reiterado de prazos e promessas de reembolso por parte do meu plano de saúde UNIMED OESTE DO PARÁ. Se não pagar a mensalidade, suspende as consultas, agora reembolsar, não estão nem aí. É golpe ou estelionato? Dr. Tolentino, já se passaram 4 meses e nada.
UNIMED CALOTEIRA 2
Após autorização expressa para realizar atendimento particular com posterior reembolso, efetuei o pagamento conforme orientação da própria operadora e apresentei toda a documentação exigida. No entanto, meses se passaram e o reembolso não foi efetuado.
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Já abri diversos protocolos, inclusive junto à ouvidoria do plano, que também extrapolou o prazo legal de resposta, sem qualquer solução ou justificativa plausível.
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A situação revela falta de respeito ao consumidor e descumprimento da Resolução Normativa nº 395/2016 da ANS, a qual determina que as operadoras devem responder às demandas dos beneficiários em até 30 dias. Mesmo com a autorização prévia e a promessa de reembolso, o plano ignora completamente os prazos e o direito do cliente.
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Enquanto isso, o consumidor que agiu de boa-fé e confiou na orientação do plano fica no prejuízo, aguardando por um valor que já deveria ter sido restituído há muito tempo.
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Peço a este veículo de comunicação que divulgue este caso como exemplo das dificuldades enfrentadas pelos usuários do plano de saúde UNIMED OESTE DO PARÁ, que pagam caro e ainda assim precisam lutar por seus direitos básicos.
LENTIDÃO NO INCRA
A regularização fundiária é um dos pilares do desenvolvimento sustentável e da segurança jurídica em áreas rurais. No entanto, em Santarém, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) tem se tornado símbolo de morosidade e falta de transparência. Quem busca unificar áreas ou obter a titulação de imóveis rurais enfrenta um labirinto burocrático, sem prazos definidos e sem retorno sobre o andamento dos processos.
LENTIDÃO NO INCRA 2
Ao que parece os pedidos de unificação de áreas estão sendo engavetados, sem qualquer justificativa concreta. A ausência de informações é tão grave quanto à demora: o cidadão protocola o requerimento, mas não consegue saber em que fase ele se encontra, apenas que está em análise. Telefones não são atendidos, e-mails não respondidos e, quando há consulta no sistema eletrônico, os dados estão desatualizados. É o retrato de um órgão que parece desconectado da missão pública que lhe cabe.
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Essa ineficiência traz reflexos diretos à economia regional. Sem a regularização formal, produtores rurais e empresários não conseguem acessar crédito, registrar garantias, investir em melhorias ou participar de programas oficiais de fomento. A indefinição sobre a titularidade da terra ainda alimenta conflitos fundiários e desestimula a produção, criando um ambiente de insegurança que atinge toda a cadeia produtiva. É fato que o INCRA sofre com a falta de servidores e recursos, mas isso não pode servir de justificativa para o imobilismo. O mínimo que se espera é planejamento e transparência. Em plena era digital, é inadmissível que o contribuinte não consiga acompanhar o status de um processo administrativo. Transparência e eficiência não são favores, são deveres da administração pública.
LENTIDÃO NO INCRA 4
O INCRA em Santarém precisa reagir. É urgente modernizar os fluxos internos, capacitar servidores, estabelecer prazos e criar canais de comunicação efetivos com o público. Enquanto isso não ocorrer, a instituição continuará representando um obstáculo, e não uma solução, para quem busca agir dentro da legalidade. A regularização fundiária é mais que um ato burocrático: é um instrumento de desenvolvimento, cidadania e paz no campo. Santarém merece uma gestão à altura da sua importância para a Amazônia — ágil, transparente e comprometido com o interesse público.



bocão tem um servidor de um órgão que viajar a serviço leva sua companheira está certo, bocão procura saber qual o órgão pois tem que levar ao ministério público federal.
bocão eu sou usuário de ônibus como eu não pago: primeiro quando vc passa carteira do idoso os cobradores olha com uma cara de raiva, segundo os adolescentes não dão mais os bancos para os idosos eu quero saber porque estás pessoas não vão ficar idosos.
verdade tem uma turma de alunos do Álvaro Adolfo que pegam um ônibus Azul não dão os bancos para os idosos isto é uma vergonha.
boa tarde bocão, meu companheiro o que falta para equatorial colocar lâmpadas nas ruas em Santarém, está Curuá -Una vá a noite vc tem que dirigir com luz alta.