DIRETOR É PRESO SUSPEITO DE INTERFERÊNCIA NO CASO DO PROFESSOR ACUSADO DE CRIME SEXUAL CONTRA ALUNAS
Marcos José Feitosa Lopes, diretor de uma escola localizada na Comunidade Pedra Branca, no rio Tapajós, foi preso nesta segunda-feira (24), suspeito de interferir nas investigações de crime sexual envolvendo o professor Gease Fonseca da Silva.
Segundo a delegada Márcia Rabelo, Marcos José estaria supostamente apoiando o professor, Gease Fonseca, preso em 11 de agosto acusado de importunar sexualmente ao menos 8 alunas, além de casos de estupros de vulneráveis que estão em investigação.
“Ele [diretor] ameaçava e usava de artifícios para que as vítimas mudassem o depoimento, facilitando assim que continuasse essa violência. Foi decretada medidas cautelares, em que ele não poderia voltar à comunidade, ter qualquer tipo de contato com as vítimas, pois estaria atrapalhando as investigações com isso. E ele voltou, então foi solicitada a prisão preventiva dele”, afirmou.
A prisão é mais um desdobramento da Operação Silêncio Rompido, inclusive na mesma época que foi decretada a prisão de Gease Fonseca, também foi estabelecida as medidas cautelares diversas a prisão para o diretor e a esposa, que também é professora.
Os dois foram afastados de suas funções exercidas na unidade educacional e de acordo com a delegada Milla Moura do Núcleo de Apoio a Investigação (NAI), os dois estariam interferindo no andamento do processo.
Milla Moura também reforçou sobre outras vítimas não temerem em denunciar e procurar a delegacia mais próxima.
A matéria pode ser atualizada a qualquer momento*
Por Diene Moura
Colaborou Lorenna Morena
O Impacto


