ESFAQUEADA NA ORLA DE SANTARÉM COBRA PROVIDÊNCIAS CONTRA SUSPEITA DO CRIME

A vítima de esfaqueamento cometido na Orla de Santarém procurou a 16ª Seccional de Polícia Civil na quarta-feira (2) para cobrar providências e solicitar medidas contra a suposta autora do crime identificada como Raiane Nogueira. Após o crime ocorrido na noite de terça-feira (1º), a suspeita fugiu e até o fechamento desta reportagem não havia sido presa.

De acordo com a denunciante que não quis se identificar, tudo começou em um bar. A esfaqueada estava acompanhada de um amigo e a possível autora das facadas queria que sua conta de 30 reais fosse paga por ele.Ao receber a negativa, Raiane teria imaginado que houve uma influência por parte da vítima.

“Fiquei lá com meu amigo porque ele não tava conseguindo trocar o pix, sentei e fumei um cigarro. Ai ela começou a falar: “Ah essa aí não paga nada, só vive bebendo nas costas dos outros”. Foi na hora que teve uma pequena discussão com outra colega nossa, que ela pagava cerveja pra mim, aquela coisa que não tem nada a ver, uma coisa que chega a ser fútil”, disse a vítima.

Ainda conforme a vítima, as duas foram para luta corporal. Depois de ser agredida e tentar se recompor, já na saída para casa quando ia pegar mototaxi, Raiane Nogueira,  estava escondida e gritou: “agora tu vai morrer puta” e surpreendeu a vítima com duas facadas.

“Ainda bem que ela gritou, porque com o susto eu me abaixei e ela me desferiu as facadas. Eu empurrei ela. Ainda tentou vim pra cima. Ninguém se meteu, ninguém me ajudou. Só uma moça com a filha, além de um moço que me ajudou, antes da chegada de uma equipe médica”, afirmou.

A mulher foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e ficou no hospital sendo medicada. Agora passa bem.

A denunciante ainda faz acusações graves sobre a suspeita alegando que ela é uma assassina, comercializa entorpecentes e conforme nos relatou, também já tentou matar outro homem esfaqueado.

O caso foi registrado na delegacia e será investigado pela Polícia Civil.

Por Diene Moura

Colaborou Lorenna Morena

O Impacto

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