Fraude no seguro desemprego chega a patamares alarmantes

No período do Defeso a pesca é autorizada apenas para o sustento da família

Qualquer leigo no entendimento jurídico tem conhecimento que no Estado do Pará e especificamente na Região Oeste, milhares de indivíduos estão lesando os cofres públicos, ganhando um salário mínimo durante quatro meses. Época essa, proibida por Lei, para a reprodução das espécies.

O Ministério Público Federal vem contabilizando centenas de procedimentos investigativos, objetivando, portanto, apurar denúncias no pagamento do Seguro Desemprego para falsos pecadores. Entre os beneficiários cadastrados por entidades inerentes a questão, como tais fossem pecadores artesanais, figuram: Comerciantes, pecuaristas, agricultores, domésticas, etc. Ou seja, efetivamente milhares de pescadores que recebem o seguro não exerceram a referida atividade pesqueira.

Um pescador associado numa Colônia de pescadores, que não quis seu nome revelado, disse à nossa redação que em detrimento da farra com o dinheiro público, objeto de máfia ou formação de quadrilha, já respingou nos verdadeiros pescadores, uma vez que os mesmos já tiveram o benefício bloqueado pelo Ministério Público e Polícia Federal por comprovadas irregularidades a nível nacional.

Segundo fontes fidedignas, o escândalo está tão acintoso que de cada dois seguros concedidos a pescadores artesanais, um é ilegal. Por isso, as Instituições Federais (Ministério Público e PF) estão montando uma operação para desbaratar os envolvidos que estão atuando dentro e fora das entidades no referido setor. Para ser ter dimensão da coisa, todos os anos o Governo Federal paga 500 milhões a ilegítimos pescadores e pescadoras, os quais não tem direito constitucional ao benefício.

Jornal O Impacto

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