O CELULAR VICIA

São milhares de pessoas viciadas pelo celular. O aparelho tem como finalidade facilitar a comunicação dentro e fora da família. Pode criar dependência que leva os usuários a ficarem vinte e quatro horas conectados.Crianças e adolescentes perdem horas de sono presos ao celular, em vez de aproveitarem o momento de estarem de olhos fechados.

O problema atinge a família. Os pais devem estar atentos. Precisam impor limites enquanto é cedo. Evitar que o uso do celular vire um vício compulsivo antes de tornar-se uma doença. Muitos casos vão parar nos consultórios de psicólogos e psiquiatras. A perda de sono não é única conseqüência do vício. Ficam agarrados ao aparelho durante as refeições. Deixam de lado os estudos. Não participam de recreações. Ficam conversando ou teclando.

As famílias nem sempre estão preparadas quando os filhos caem em depressão. Muitos pais ficam ausentes. Distantes muitas vezes, não têm como acompanhar. Fica difícil identificar o momento em que as crianças e adolescentes caem em depressão. Em virtude do vício do celular não ficam atentos aos estudos. Não largam o aparelho no instante do dever de casa. O problema acaba chegando á escola. A escola deve estar preparada para observar o comportamento em sala de aula são atrapalhados pelo uso de celulares por alunos. Estudiosos do assunto dizem que a instituição educacional precisa dar apoio a crianças e adolescentes. Sem o incentivo dos pais e da escola o depressivo se sente como se fosse a pior pessoa do mundo.

Os pais precisam saber impor limites. O uso do aparelho não deve virar uma doença. É necessário conversar com os filhos e chegar a um consenso. Alguma providência deve ser tomada. Primeiro é bom conversar e depois impor limites de horários. Só em último caso deve tomar o celular. Muitas vezes os pais não entendem os estranhos comportamentos dos pequenos. Pensam que são coisas só de crianças sem nenhuma importância para vida.

O mais necessário mesmo é que as famílias estejam atentos para as mudanças bruscas dos menores. Estranho, se eram calmos e tornaram-se agitados. Diante da situação cabe urgentes providências. As mudanças de comportamento podem levar ao sofrimento de forte depressão. Em casos graves os filhos apresentam comportamento semelhante ao de um viciado em drogas.

Especialistas explicam que estrutura tem grande importância. A presença constante dos pais na criação dos filhos faz toda a diferença. Pais ausentes deixam de colocar limites. Passam da responsabilidade para a escola. A escola quase sempre devolve para a família. Se a depressão não for tratada, a saúde será prejudicada. Não havendo limites, crianças e adolescentes continuarão por vinte e quatro horas usando o celular que os pais lhes deram de presente.

Por: José Alves

Um comentário em “O CELULAR VICIA

  • 5 de março de 2012 em 16:16
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    Importatissima esta noticia.

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