Reflexões IV

Por José Ronaldo Dias Campos

1) A reeleição, móvel de comodidade que estimula a corrupção, precisa ser sepultada com a necessária urgência para oxigenar o poder.

2) Putin vai entrar para a História pela porta dos fundos, engrossando o abominável time do mau. Como pode um homem, em pleno século XXI, julgando-se soberano, dono da verdade, em posição de preeminência e sob censura mundial, declarar guerra a uma nação vizinha para subjugá-la, mediante força bélica, aos seus interesses econômicos, com o sacrifício de incontáveis vidas humanas inocentes.

3) “Apuizeiro social”: eu comparo o mau político ao apuizeiro, que seca a árvore que o hospeda, após o abraço fatal.

4) O ser humano ainda não compreendeu que ele faz parte da natureza, que precisa se manter equilibrada, como obra do grande criador. A expressão idealizada por Paulo Freire diz tudo: “o homem no mundo com o mundo”. Tomara que não descubra isso tarde demais.

5) Todo radicalismo, além de reprovável, incentiva essa angustiante polarização política. Vamos desarmados promover o bom debate, sempre na defesa do bem comum.

6) A máquina do poder, em todos os sentidos e esferas da federação é muito pesada, não faz jus aos altos custos. Gasta muito sem compensar com o que produz socialmente.

7) Multiparentalidade: não se mede mais os laços familiares apenas pelo vínculo sanguíneo, olvidando o sentimento, o afeto, o amor que une seus membros. A filiação socioafetiva passou a ser reconhecida pelo Direito, independentemente da biológica, de maneira que não se espante, doravante, se alguém tiver dois pais, duas mães, com assento em registro de nascimento.

8) O melhor, o mais importante dos livros da essência humana, que lapida a personalidade, forma caráter e embeleza a alma, está dentro de vc. Subscreva a obra praticando o bem, plantando amor, cultivando fraternidade, fazendo caridade, contribuindo com a realização da sonhada justiça social, pois só assim encontrarás o verdadeiro caminho da felicidade.

9) Recordações que não se apagam…
Eu vivi (e vivo) a vida da minha cidade. Nela curti, sorri e também sofri com inimaginável amor, por isso sou saudosista, sou feliz.

10) Nem sempre é o amor por Santarém que leva alguém a se candidatar. Às vezes é a vaidade, a necessidade, ou mesmo pra tirar vantagem.

O Impacto

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