'Licitação' prejudica rodovia Transamazônica

Esta é a rotina diária de quem precisa trafegar pela Transamazônica (Foto: Sucursal de Marabá)

Esta semana, um engarrafamento quilométrico se formou na rodovia Transamazônica, na altura do km 40, próximo à entrada da cidade de Itupiranga. Quem ficou preso no engarrafamento reclamou da situação, e com razão. Trata-se de dois trechos de apenas 300 metros que estão praticamente intrafegáveis. E o pior é que essa situação está sendo provocada por uma ação judicial, segundo esclareceu o engenheiro Dilson Gouveia, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Gouveia disse que o último contrato de conservação da rodovia se esgotou no dia 29 do mês passado e não foi renovado porque a empresa “Painel Engenharia”, que perdeu a licitação, entrou com um recurso pedindo a suspensão da concorrência por não concordar com o processo. Diante disso, a licitação está parada, de modo que o DNIT teve de buscar apoio da prefeitura, esta semana, para fazer a reforma nos dois trechos de 300 metros que estão intrafegáveis.

Dilson Gouveia disse que o a Gerência Regional do DNIT já comunicou a situação para o escritório do departamento em Belém.

ENTRAVES

O engenheiro do DNIT disse também que neste momento a Rodovia Transamazônica está recebendo obras de asfaltamento em quatro trechos, que são operados por cinco empresas, mas existem questões ambientais e indígenas que impedem o andamento desses trabalhos em alguns trechos, como é o caso de Novo Repartimento. Ainda de acordo com Dilson Gouveia, na rodovia BR-222, as 11 pontes foram concluídas e a pista está inteiramente asfaltada. Ele assegura, inclusive, que a empresa responsável pela rodovia (no trecho entre Marabá e Dom Eliseu) está fazendo a manutenção da pista, que sofre com as chuvas nesse período.

Outra rodovia que preocupa é a BR-153, entre as cidades de São Domingos e São Geraldo Do Araguaia. Ali, existem três frentes de trabalho neste momento fazendo uma operação tapa-buracos. (Diário do Pará)

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