Omissão e sucateamento na educação prejudicam apredizado

Docentes e discentes vão às ruas reivindicar das autoridades melhorias para o setor educacional

A Constituição Federal tipifica que: Educação é direito de todos e dever do Estado. Esta não é a realidade no Estado do Pará e no município de Alenquer. É patético publicar que em pleno Século XXI, por falta de investimento na educação, faltam professores nas escolas, cuja incompetência reflete de cheio no aluno que literalmente fica com seu aprendizado comprometido e prejudicado.

A crise no setor está à beira de um colapso. Muitas escolas estão caindo aos pedaços, como é o caso específico do Fulgêncio Simões, Colégio Santo Antonio, Maria Barbosa e outros estabelecimentos que se encontram em precárias. Denúncias dão conta da situação caótica e desse absurdo, em virtude de ter professor lecionando de embaixo das árvores. Isto está acontecendo nas comunidades onde existem programas especiais de educação instituídas pelo MEC, para cidadãos do meio rural.

Outro desleixo, descaso e omissão, objeto de investigação do Ministério Público, é a falta de respeito para com o alunado, principalmente por falta de transporte escolar. Para se ter dimensão desse absurdo, a clientela escolar é obrigada a caminhar vários Km para assistir as aulas. Ademais, passam por situações degradantes ao pedirem caronas, humilhados nas margens das estradas, quando estes estão impossibilitados de pagar transportes coletivos.   

Por outro lado, no ponto de vista remunerativo, o educador há muito tempo está com seus vencimentos aviltados. Por conta disso, alunos e professores foram às ruas protestar por melhorias nas escolas e no setor, como um todo. Reivindicam, também, aos dos governantes, adequação dos seus respectivos vencimentos no Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), conforme piso Salarial Nacional de R$1.187,97. Tal valor é licito, apenas para professores que possuem carga horária de 40 horas semanais.  

SAÚDE PÚBLICA – A Secretaria Municipal de Saúde está seguindo normalmente as orientações e estratégias definidas pelo Ministério da Saúde (MS) na prevenção de doenças. As ações estão sendo efetuadas nas comunidades rurais (várzea e terra firme). A enfermeira Cleuma Teixeira, coordenadora do Programa Saúde da Família, disse que uma força tarefa está sendo operacionalizada por equipes compostas por: Médicos, Enfermeiros, Auxiliares e ACS. Os atendimentos à população são os seguintes: Consultas médicas, atendimento odontológico, verificação de PA/Glicemia, coleta de PCCU e imunização de Tracoma     

Jornal O Impacto

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