Irmã acusa Ronaldo Maiorana, presidente do Grupo Liberal, por agressão e ameaça

De acordo com Rosana Batista Maiorana, o crime aconteceu por volta de 14h do dia 25 de agosto. Antes das agressões, teria ocorrido discussão, e em ato contínuo Ronaldo Maiorana, 52 anos, teria desferido vários socos na vítima. Ainda de acordo com Rosana, no momento das agressões, o presidente do Grupo Liberal a ameaçou de morte.

Em entrevista ao O Impacto, Rosana Maiorana revelou está tendo dificuldade para obter as imagens do circuito de viodemonitoramento, que comprovariam às agressões. Conforme seu relato, como a empresa é contratada pelo Grupo Liberal, Ronaldo Maiorana teria proibido a empresa, Segurança Máxima, não entregá-la os vídeos.

“Eu fui espancada por meu irmão. Está tudo gravado e eu estou entrando judicialmente, porque ele mandou, com certeza, ele mandou não me entregarem as imagens do videomonitoramento da casa da minha mãe onde fui agredida. Eles não querem entregar as imagens porque vai mostrar que eu tenho razão. Então eu vou entrar judicialmente contra a empresa, pois eu tenho que provar a minha integridade, porque ele está falando que estou fazendo chantagem. Não sei de quê, pois moro no Rio de Janeiro há 42 anos. Não tenho porque fazer chantagem com nada, até porque, o que é de direito meu, ninguém tira”, desabafou Rosana.

Junto a Justiça, ela conseguiu a seu favor, medida protetiva. Para a polícia, contou que teme pela sua vida.

À imprensa da capital – aos poucos veículos que noticiaram o fato-, Rosana disse que é portadora de doenças crônicas, tais como diabete e osteoporose, e está recém-operada de um câncer de mama.

O caso de lesão corporal dolosa (violência doméstica) foi registrado no dia 26 de agosto, na Divisão Especializada no Atendimento a Mulher, em Belém.

DIAS DE VISITA À MÃE: Como Rosana está hospedada na residência de sua mãe, com a medida protetiva, Ronaldo não então encontraria dificuldades para visitar sua genitora. Porém, o Juiz de Direito Titular da 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Mauricio Ponte Ferreira de Souza, atendendo solicitação da defesa do presidente do Grupo Liberal, estabeleceu que ele possa visitar a mãe, apenas às segundas, quartas e sextas-feiras, das 18h às 20h, e no domingo, das 12h às 16h. Nos dias em que a visita acontecerem, Rosana deverá se retirar da casa da mãe.  Seu irmão se propôs nestes dias, a custear hospedagem e todas as despesas, em qualquer hotel da cidade de Belém.

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